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Archive for Janeiro 2011

Evando, o Deus da Ressacada.

A lembrança que eu guardo do Evando, comemorando mais um gol debaixo
d'água, debaixo de lama.
Foi marcando golaços e após pouco tempo saindo do Avaí que Evando fez a história no Carianos. A última ida, porém, deixou rusgas como sempre e os seus gols podem apagá-las, como sempre.

O Avaí subiu com gol dos pés do "cara que provoca emoção no torcedor", expressão eternizada na voz de Salles Junior. O Avaí se viu campeão estadual depois de anos na fila com Evando em campo. O Avaí se viu traído com a sua saída, logo após o título, já durante o primeiro ano de Série A e amargando a penosa lanterna. Ele foi jogar a Série B pela Ponte Preta, assim como já saíra duas vezes antes.

Agora, Evando quer voltar. Pede o grito da torcida na arquibancada. Eu vim pronto para dizer: nunca mais, Evando, não depois daquilo tudo em 2009! Mas assistir aos gols dele com a narração do Salles Jr simplesmente me fez balançar.

Talvez seja como Sérgio da Costa Ramos escreveu: 
"Torcida é como uma criança. Ou como um louco: esquece rápido. Sua paixão é o hoje, o agora. Para a torcida, não há o amanhã, nem o ontem."
Ou talvez seja simplesmente diferente: nós só lembramos do que é recordável. Os gols, a paixão de Evando a cada tento, a felicidade que foi ter o Iluminado com o nosso manto, em cada uma das vezes. Só aqui ele teve o sucesso que teve. Volta Evando, por uma última vez, para daqui não mais sair.
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Não deu nem tempo de comemorar.

Até as 15:20h do dia de hoje, eu estava absurdamente tranquilo em relação ao Avaí. Afinal, dia 16 vinha chegando, o fim do contrato do Rafael Costa e de outras ínguas se aproximando e o Clube anunciando no site oficial um plano de pacotes de ingressos para os jogos do turno e returno muito legal, cobrando preços justos desde que pagos de maneira adiantada.

Já estava correndo para comprar os foguetes
PUTA QUE PARIU!
Pensando que tal novidade em relação ao Rafael Costa era a simples não-renovação do contrato do inútil "jogador", claro. A notícia se revelou justamente o contrário, segundos antes de fechar o Twitter: tá no BID, Rafael Costa renovou até o final do ano.

Resumindo:
Guardei o dinheiro dos foguetes e perdi tempo fazendo a montagem do momento máximo de uma gestação. Talvez não, imagine ali que a enfermeira tá é botando a cabeça dele de volta, lá pra dentro...

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Existe oposição no Avaí? - Capítulo 2.

Santinho da campanha eleitoral do Inter.
Quem sabe um dia aqui também?
Vou juntando o que acho de interessante na internet sobre como o comando dos clubes de futebol pelo mundo. Tudo isso porque é ridículo que a Presidência do Avaí seja um cargo praticamente imutável, sem perspectivas de mudanças. Que a administração Zunino é melhor ($$) do que outras que passaram pelo Clube, isso parece unanimidade. Mas o equilíbrio de forças políticas é naturalmente benéfico a qualquer instituição. 

O desempenho do Internacional nos campos nestes últimos anos só é comparável ao próprio sistema eleitoral do clube, por exemplo. A eleição Giovanni Luigi Calvario teve 16.924 votos válidos, realizados em urnas eletrônicas e também por correspondência. Como? Simples, qualquer sócio maior de 16 anos e associado desde 31 de dezembro de 2008 pôde votar.

Link para o site exclusivo das eleições do Sport Clube Internacional AQUI. De dar inveja em qualquer um.



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Olha aí quem tá sem clube...

Marco Aurélio Cunha, agora somente vereador da capital paulista.
Infelizmente, as chances são mínimas e ele ainda deve lançar-se candidato a Presidente do São Paulo em 2014. Mas sonhar não custa nada...
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No aguardo..

Tô aqui esperando que a notícia abaixo, exclusiva do amigo André Tarnowsky Filho, seja verdadeira. Isso é que me prende a atenção nessa tarde. Até deixei um texto importante para bem mais tarde, quando poderemos discutir se existe oposição no Avaí.
Fim da Linha 
Uma relação considerável de jogadores que atuaram nas duas primeiras partidas do Campeonato Catarinense, em especial aqueles que já estão no clube a alguns anos, devem ter uma surpresa nada agradável no dia de hoje.
A direção do Leão fará uma reunião para avaliar o desempenho desse famigerado Sub 23, e certamente, ocorrerão alguns desligamentos, quer por não renovarem o contrato, ou até mesmo facilitando o empréstimo para outros clubes.
O certo é que na ressacada não ficarão por mais uma temporada.
Se vale uma dica, aproveitem e dispensem o técnico da equipe Sub 23 também. Além de nada acrescentar, a verborragia do carioca gerou animosidades e antipatias, coisas estranhas em se tratando de Avaí Futebol Clube.
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Obrigado, Verdini.


Realmente, um obrigado enorme ao excepcional Verdini. Perdeu vergonhosamente as duas partidas iniciais e ainda deu lenha para os ânimos adversários em Criciúma. Enfrentamos um time enraivado com um plantel de pernas pesadas em campo de pasto molhado.

Ao menos mostrou toda a sua capacidade em 2 semanas. Não precisamos perder o resto ano pagando por incompetência.  É um Jênio esse Verdini.

Tabela: numeração fixa do Avaí.

Demorou, mas veio, e sem o número do Rafael Costa. Depois de 3 anos de gestação no ventre da Ressacada, Rafael Costa vai é procurar o pai agora! Acabou o sofrimento! Os foguetes já estão encomendados...


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Existe oposição no Avaí? - Capítulo 1.

Ainda ante-ontem me flagrei tendo esse pesadelo, de não saber se existe oposição no Avaí. Aí, me deparei com o excelente texto de Emerson Gonçalves, do Olhar Crônico Esportivo, que faço questão de reproduzir na íntegra aqui no blog. Mais tarde, em outra ocasião, eu e você poderemos discutir como anda essa questão que vai além das leis, vai na moral e na ética de cada um. Boa leitura!

A provável - nova - candidatura de Juvenal Juvêncio.

Ainda não é certeza, mas já são favas contadas, dizem os quero-queros que vivem no Morumbi: o presidente Juvenal Juvêncio será candidato a uma terceira gestão sucessiva no São Paulo FC.

Segundo os experts nas coisas jurídicas, tal candidatura será absolutamente legal. O jurista, ex-presidente da OAB-São Paulo, ex-presidente do próprio clube, Carlos Miguel Aidar, é um dos que garantem a legalidade da candidatura. Não por acaso ou coincidência, ele prestou serviços de sua especialidade ao ex-presidente santista, Marcelo Teixeira, que ficou por anos a e anos à frente do Santos FC.

Sem a menor dúvida, levando em conta as artimanhas jurídicas e as espertas interpretações da lei – e aqui menciono esperteza em seu pior e mais pobre sentido – será uma candidatura legal.


Mas será ilegítima.

Será aética.

Pelo simples fato de desrespeitar o espírito do estatuto do clube, que limita o exercício da presidência a duas gestões sucessivas.

Não sou advogado e pouco entendo de leis, que limito-me a seguir como qualquer outro cidadão. Mas a ciência jurídica, chamemos assim, não é tão misteriosa e distante da compreensão do homem comum como a física avançada, compreensível apenas para quem dedicou muitos anos a estudá-la com afinco. Não, longe disso, a ciência jurídica trata das coisas do nosso dia-a-dia e da ordenação da vida em sociedade e de nossas relações com outras pessoas, empresas, instituições e com o Estado. As leis podem e devem ser claras e geralmente o são, se não na redação nos documentos, com certeza em seu espírito. E é o espírito que norteia a criação e, na minha visão de cidadão comum, deve nortear sua aplicação.

O espírito do estatuto do clube é muito claro: só pode haver uma reeleição.


O presidente do São Paulo e seus defensores apegam-se a uma mudança na duração dos mandatos para tentar legalizar seu pleito. Provavelmente conseguirão, afinal de contas já estamos mais do que acostumados a ver esse tipo de manobras no Brasil. Até um presidente da república, desculpem, até um Presidente da República reelegeu-se graças a uma artimanha desse tipo, manchando sua biografia, de resto, exemplar.


Exemplar é, igualmente, a biografia e a história de Juvenal Juvêncio à frente do São Paulo, em especial a partir de 2003, quando assumiu a direção do futebol do clube na gestão de Marcelo Portugal Gouvêa. Seu trabalho foi, simplesmente, excepcional. Suceder a Marcelo foi algo natural, justo e correto, e sua gestão foi perfeita…

Até que foi tomado pela obsessão de fazer do Estádio do Morumbi a sede da Copa 2014 em São Paulo e palco do jogo de abertura. Intenção legítima, correta e justa, até mesmo para o conjunto da sociedade, mas derrotada pela politicalha e por interesses outros que dominam a confederação que trata do futebol no Brasil. Por conta dessa obsessão, o presidente do São Paulo parece ter deixado o futebol de lado, resultando num declínio acentuado da equipe já a partir de 2008, apesar do terceiro título brasileiro consecutivo, culminando, por enquanto, na ausência da Copa Libertadores depois de sete participações seguidas.

Nessa hora, pergunta-se o torcedor são-paulino atento, qual será o custo dessa nova obsessão, a reeleição?


Durante anos, notadamente durante a gestão MPG, o São Paulo era tomado como exemplo em vários sentidos, inclusive de modernidade. Enquanto seus co-irmãos do Trio de Ferro padeciam sob Contursi e Dualib, o Tricolor navegava em águas plácidas e alcançava grandes conquistas, aumentando suas receitas de forma sólida, consistente, próxima de uma situação de sustentabilidade (este OCE entende que não há sustentabilidade de fato quando se depende da receita de transferências para (fechar as contas”), vigiado por uma oposição ainda forte e bastante presente. Os exemplos dos dois outros clubes eram apontados como algo a não seguir. Democracia e rotatividade dos nomes no poder eram destacados como coisas positivas, modernas (na verdade são antigas, basta relermos alguns gregos e também os princípios da Revolução Francesa e da independência dos Estados Unidos, mas para nós, brasileiros, ainda desacostumados com isso, passam por modernas) e as derrocadas dos dois presidentes rivais, comprometendo seriamente seus clubes, foi a constatação do acerto da prática da democracia.


O tempo passou, como soi acontecer, e vimos uma verdadeira inversão de papeis e valores. Nessa semana, o palmeirense respira esperança por conta da vitória de Arnaldo Tirone (sim, ele tem ligações com Contursi, mas tem a chance de fazer seu próprio caminho) no Palmeiras. No Corinthians, o presidente Andrés Sanches já declarou que irá antecipar seu mandato para permitir a posse de um novo presidente antes do início de um novo ano, de uma nova temporada. Uma das medidas mais inteligentes que já vi na política de nossos clubes.

E ainda em dezembro, o Sport Club Internacional elegeu seu novo presidente através do voto de algumas dezenas de milhares de torcedores.

Isso mesmo: torcedores. Claro que todos eles donos de um título, mas não o pomposo título de sócio-patrimonial ou parecido, que costuma dar a meia dúzia o poder de decidir sobre a paixão de milhões. Sócios-torcedores, que de forma democrática e extrapolando largamente a mera área geográfica da sede do clube, votaram por uma nova direção.

Não é de estranhar, ao menos para mim e para a minha visão de futebol e da vida, que é o Internacional o clube brasileiro de maior destaque nesse princípio de século, ao lado do São Paulo. Com uma diferença: enquanto no Inter o presidente Giovanni Luigi contrata um profissional remunerado para responder pela gestão executiva do clube, o São Paulo vê-se às voltas com as artimanhas jurídicas – opa, vou usar o termo correto, apoiado pelo Dicionário Houaiss – então, voltando, o São Paulo vê-se às voltas com uma chicana cujo objetivo é manter no poder quem já está no poder. De forma indevida, levando-se em consideração o princípio que norteia o Estatuto do clube.

Se concretizada, perderá o clube e perderá seu presidente o direito e a legitimidade de reclamar, por exemplo, da igualmente aética, para ficar no mínimo, permanência de Ricardo Teixeira à frente da federação que responde por nosso futebol, que, a cada dia, fica mais correto chamar de reinado.

Se concretizada, ficará mais verdadeiro o título de um post deste OCE, escrito há dois anos, por outro motivo, mas já embutindo muito do que veio a acontecer: o São Paulo retrocede.

Para desgosto de grande parte da torcida, sem a menor dúvida, como é possível ver pelas manifestações que já vem ocorrendo pela internet.

Em tempo: é mais do que óbvio que esse texto traz implícita minha paixão de torcedor do clube, algo que nunca neguei e não nego, pois não há brasileiro que goste de futebol que não goste, antes de tudo, de um clube. Essa paixão, todavia, coincide totalmente com o que eu acredito ser fundamental para a vida das pessoas, das nações, das instituições: o exercício permanente da democracia e o respeito às leis.

E democracia e respeito às leis não podem coexistir com chicanices.

Emerson Nunes, responsável pelo blog Olhar Crônico Esportivo.

E aqueles 10% sem-noção?*

A expectativa é grande para ver o time principal do Avaí em campo, mesmo desfalcado pelo Estrada, pelo George Lucas e pelo Marcinho Guerreiro, por exemplo. Mas só domingo para sabermos se há boas chances de faturar o primeiro turno. Mas, como não há novidades relevantes na área de futebol, fui conferir uma super-promoção do site da Americanas e tive um certo dejà-vú...
Aprenderam com a Avai Store, de certeza.
*Para quem não entendeu o título: a Avai Store tem preços acima da média do mercado. Assim, quando você, sócio, ganha os 10% de desconto, na verdade está somente pagando o preço comum.

Ficarei ligado no time Sub-23.

Não esquecerei.
O retrato da incompetência, colocado na vitrine com a "vergonheira" que foram as duas primeiras rodadas do Avaí no Campeonato Catarinense, mereceu uma frase muito filosófica do técnico Verdini, aquele que eu prometi que não culparia pela derrota de ontem.
“No futebol a memória dura uma rodada. Se o Avaí ganhar domingo, esquece isso”.
Como é que eu vou esquecer as duas derrotas de um time que não é o mesmo de domingo? O carioca aí da foto ao lado recorreu ao famoso TCR - Tirar o Cu da Reta. Acha que os feitos de outro técnico e de outro time vão apagar os fracassos dele.

Eu não esquecerei...

O que esperar do Brusque.

O garoto-propaganda da Havan em 2011.
Afora a imagem de time simpático, o Brusque todo ano consegue uma contratação bombástica e todo ano se ferra do mesmo jeito. Em 2011 contratou Aloísio Chulapa, mas não dá para dizer "esse ano vai".

Não é salto alto.
Para qualquer um pode ter soado no mínimo arrogante dizer que o Bruscão não vai longe no campeonato. Não é. Além de jogar muita bola, o time precisa superar a arbitragem catarinense.

Contra Avaí, Nojeirense, Criciúma, Joinville e Chapecoense, não tenho dúvidas de que o Brusque vai sofrer nas mãos dos árbitros. Time pequeno - apesar das contratações - é assim mesmo. O Bruscão precisará de um time melhor do que os grandes e ainda lutar contra a arbitragem para chegar a algum lugar.

Paulo Turra no Avaí, em 2007.
E que time é esse?
Comandando por Paulo Turra, ex-zagueiro do Avaí, o time da Havan se defende bem e joga explorando os contra-ataques. Quem puxa as jogadas costuma ser Kito, então olho nele!

Além de Chulapa, o time também conta com William, experiente bom jogador de meio-campo, Pedro Ayub (dispensa apresentações) e Téti, com bom domínio de bola e criador de boas jogadas. Paulinho e Leonardo são pontos fracos do time e devem ser explorados hoje à noite pela equipe subruim do Avaí. 

Hoje, em Brusque, precisamos jogar como melhor time do campeonato. Para qualquer clube do Catarinense, vencer Avaí e Além-Pontes é um "bônus".

Vencer é obrigação.
É o mínimo de bom que esse time de garotos nem tão garotos assim tem que fazer antes de ser substituído pelo elenco principal. Raça e vontade de vitória já estão nos requisitos de quem veste essa camisa...

Surge uma esperança na base.

O Infoesporte afirmou na tarde de ontem: Hemerson Maria é o novo treinador das categorias de base do Avaí.  Se você não estiver familiarizado com o nome, o cartão de visitas do novo contratado inclui 10 anos de experiência nas categorias de base do time além-pontes.

Viu o que tem futuro, né?
Ele já chegou bem, quando justificando porque escolheu vir para cá e não treinar os juniores do Corinthians:
"É um time que vem crescendo muito, tem estrutura, por isso a escolha. Espero, agora no Avaí, repetir o sucesso que conquistei no Figueirense".
Nos últimos anos fomos simplesmente patrolados nas categorias de base. Vamos ver a partir de agora...
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Mil visualizações de página em uma semana.

Uma foto perfeitamente agradável,
em agradecimento.
Ok, ok, é uma marca modesta. Tem blogs avaianos que recebem bem mais visitas diárias do que o manezinhoirado recebeu em uma semana.

Mas eu preciso, de alguma forma, agradecer às pessoas que em uma semana já se tornaram fiéis ao blog e também àqueles que não têm medo de dar o primeiro clique para conhecer. A foto ao lado é a melhor maneira que encontrei, por enquanto, de tornar o post mais atrativo.

Valeu!


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Identidade visual.

O avaiano que não conhece o site www.mantoavaiano.com.br, por favor, dirija-se ao endereço e volte depois. Visitar o site e não sentir nostalgia  em relação àquela camisa do Brasileiro de 2009 é inevitável. 

O exemplo 
Aquelas camisas foram a nossa identidade pura: uma listrada azul e branca, uma toda azul e uma toda branca. Sem chorulemas, sem frescuras. Não fossem os patrocínios e o preço, seriam perfeitas.

Andamos para trás
Quando sonhamos que em 2010 a coisa melhoraria ainda mais e as camisas explodiriam de vendas, com preços mais acessíveis e um visual ainda mais impecável, tudo desandou. Até jogo da velha foi possível fazer com a nossa camisa. Por incrível que pareça, a campeã de vendas foi uma feita por um amador.

UM AMADOR?
O Concurso EU FIZ A CAMISA, promovido pelo site SouAvaiano e pela Fanatic, deveria dar voz às aspirações dos torcedores. Aos nossos desejos mais sinceros de como deveria ser nossa camisa. 

 Uma comissão formada por profissionais de design, da indústria e do clube, deveria avaliar quais sugestões enviadas eram mais viáveis e, acima de tudo, bonitas e identificadas com o clube.

Infelizmente isso não aconteceu e não acontece. Quem avalia as camisas que vão para a linha de produção, inclusive as que são selecionadas para a final do concurso, é uma senhora sem nenhum conhecimento de design, assim como eu e provavelmente você, mas de um péssimo gosto evidente.

Aí só cabe a nós ficarmos esperando a camisa 5 do concurso vá para produção e possamos comprá-la logo, só para termos uma boa novidade no primeiro semestre do ano. Até lá, gostaria de ver a tal senhora utilizando a camisa do jogo da velha por aí... 



Hoje só começa às 15h.

Hoje me absterei de tecer comentários sobre o Avaí até as 15:00h. Fique com os blogs parceiros ao lado, na lista de leituras obrigatórias. Pode acreditar, tem sempre algo muito bom para ser lido.


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Por quê Rafa Costa?

Foto: Edu Cavalcanti.
Nem sempre os que treinam melhor são os que jogam melhor. É por isso que figuras como Romário existem desde o início do futebol profissional e é por isso que devem existir jogadores como Rafa Costa em times de elite como o Avaí. Em nenhum momento em sua passagem pelo Leão da Ilha o atacante demonstrou dentro de campo, que é o que importa, mérito algum para sequer tentar fazer gols em jogos de início de temporada. O próprio gol de sábado foi contra. Tá fácil ganhar salário por quase nada.

Instituições sérias trabalham com meritocracia. 
Os que mais merecem são mais bem renumerados, recebem mais chances de alçar o sucesso e assim por diante. Rafael Costa deve treinar muito bem. Isso explicaria a quantidade absurdas de chances que recebe na Ressacada. 

Com o selo "LA Sports" estampado na careca, Rafa Costa aportou no Carianos no final de 2007 e desde então o seu gol mais importante foi num clássico, meio sem querer. Nunca fez em campo nada que justificasse mais de 3 anos de insistência. E a meritocracia?

O Avaí paga por jogador de torneio amador?
Ano passado, o mesmo Rafael Costa participou, segundo Polidoro Junior, de um torneio amador chamado SC Cup. Quebrou a perna de um jogador. Ganhou, como prêmio, viagem para a Europa com a equipe Sub-23. É a tal meritocracia?

Possível explicação e uma boa notícia.
O sofrimento termina dia 16 de fevereiro, quando o contrato do Rafa acaba. A insistência de colocá-lo neste jogo de sábado para conseguir acertar, sem acertar, uma única jogada de tantas que passaram pelos seus pés pode ter uma resposta: a meritocracia, ao menos no departamento de futebol avaiano, pode ser deixada de lado por um motivo.

Eu também não ficaria satisfeito em ver um contrato terminando e nenhuma proposta de compra na mesa. Mas nos treinos Rafa Costa deve parecer um craque. Só isso explicaria termos sofrido por 3 anos vendo em campo esse rapaz que parece ser gente fina, porém nunca jogou bola que justifique estar no Avaí.

Para fechar com chave de ouro:
Mais sorte e raça nos próximos jogos, Rafa. O teu sucesso é o nosso e um bom desempenho nesses jogos pode fazer surgir trabalho pro resto do ano... Honra o nome, mo quirido.
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Sub-23 é? Sei...

Tudo bem, Verdini: a culpa não é tua.
(Foto: Flávio Neves)
O time sub-23 do Avaí vem jogando junto desde o ano passado. Deveria ser um time entrosado. Na excursão pela Europa, ano passado, jogou ao menos 2 jogos com: 
  • Alex; Gustavo, Juninho, Vítor Hugo e Julinho; Jhonny, Revson, Hegon e Ildemar; Cristian e Rafael Costa. (Fonte: Site oficial do Avaí.).
Aleks está com a Seleção e Ildemar estava suspenso. Cinco desses acima estiveram em campo. Porra, e os outros, por que não jogaram? Desperdício fazer uma equipe jogar junta, ficar entrosada, e depois botar em campo jogadores que nunca estiveram no mesmo time.

Benazzi perdeu o jogo.
A entrevista, abaixo, do técnico Verdini é esclarecedora: o técnico Benazzi pediu para Clayton, Emerson Nunes, Acleisson e Romano jogarem para pegar "ritmo de jogo". Detonou qualquer chance de entrosamento contra a Chapecoense, que joga junta desde novembro.

Coerência, por favor.
Quem sabe na próxima partida, contra o Brusque, o time do técnico Verdini possa estar em campo, não um misto frio como esse de sábado. Até lá aceitarei o discurso confomista de derrota, porque esse NÃO é o teu sub-23, Verdini. Nem o nosso...



O maior campeonato da terra começa hoje.

Da nossa terra, é óbvio.
Nenhum campeonato disputado completamente em terras catarinenses mobiliza tante gente por tanto tempo, em todas as modalidades de esporte. 
Mesmo o senhor barbudo ali da foto não consegue estragar por completo a paixão de milhares de barrigas-verdes, por mais que tente.

Catarinense não é obrigação.
Conquistar a taça não é prenúncio de um bom time e não conquistar também não significa que não temos um time pouco qualificado.
Afinal, Criciúma e Figueirense vêm com equipes já montadas para o Campeonato Brasileiro e farão de tudo para tirar o tricampeonato do Avaí. Não será surpresa se Luis Orlando sair da aposentadoria dias antes de um clássico.

Vá ao estádio.
Quem é sócio não tem motivos para não comparecer. Quem tem 30 paus no bolso, também não. A fila não é desculpa para nenhum avaiano, né?
Hoje, às 17h, o Avaí larga rumo ao Tricampeonato. Favoritismo, ego demais antes da bola rolar? Nada disso: somente otimismo justificado!

Ele chega com pança... digo, com panca de craque.

No clube do Bolinha, ele é o Bolinha. Foto: Alan Pedro.
Hoje, às 15h, acontece a apresentação do atacante Rafael Coelho, 22 anos. Não é necessário falar nada sobre ele. Quando eu comentei que jogador que chega ao Avaí pedindo paciência só pode estar gordo, estava certo mesmo. Somente observar a fotinha aí do lado.

Chega com uma pança, digo, panca, digna de craque, digo, de Marquinhos Santos. Ambos andaram lesionados e não cuidaram o suficiente da forma física ou simplesmente é aquele excesso de que tanto falam na pré-temporada? Enfim, fazer gol é o que importa. É esperar bola na rede...

Cabeças-de-catuto

Em bom manezês, "cabeça-de-catuto" significa "burro, ignorante, que não tem nada na cabeça". Manezinho que sou, desde pequeno me acostumei com os mais velhos se dirigindo aos pequenos com esse "agrado" a cada atitude pouco inteligente da gurizada.

Pois é o termo que serve perfeitamente para agraciar os "jênios" (assim mesmo, com "j") que montam a tabela do Catarinense. Gostaria imensamente de conhecer o iluminado que marcou, para a primeira rodada do estadual, o jogo do Avaí NO MESMO DIA do Planeta Atlântida, o maior acontecimento cultural do verão de Floripa.

Sem contar a redução de público causada pelo evento musical, ninguém se deu conta da logística (policiamento em especial) necessária para acompanhar dois espetáculos com aglomeração de pessoas no mesmo dia, em pleno verão da já caótica Ilha da Magia?

Custava pensar um pouquinho e passar o jogo do Avaí pra domingo, trazendo pra sábado o grande clássico Joinville x Brusque ou o ainda maior Imbituba x Marcílio Dias? Cabeças-de-catuto, é o que são!

Mas também, como esperar mais se o principal veículo de comunicação do Estado e patrocinador do Catarinense estampa em seu portal um tal de "Catarinense 201", cujo link leva para uma tal de "página não encontrada"? Veja abaixo, enquanto os estagiários da grande rede ainda não arrumam. Será que eles não testam o próprio site? Cabeças-de-catuto!!

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Numeração fixa: demorou, mas veio.

Com a apresentação do novo atacante do Avaí, Arthuro - o cunhado do Fernadói, lembra?, ficou evidente que uma boa notícia está se concretizando: a numeração do time avaiano será fixa. O jogador escolheu o número 19 para usar nesta temporada.
Foto: Infoesporte.

O fim dos desencantos.
Não precisa mais ir às lojas pensando que está comprando a camisa 10 do Marquinhos e, ao chegar na Ressacada, ver algum outro utilizando o manto sagrado que um dia foi de Adilson Heleno e hoje é do Anjo Loiro.
Com a numeração fixa, o pesadelo de ver a camisa que nós usamos todos os dias sendo um dia trajadas por um ídolo e no outro por um Rafa Costa da vida definitivamente acabam.

Uma demora justificada.
A Direção avaiana ainda não decidiu se a numeração fixa valerá para o Catarinense também. De certeza é que valerá para o Brasileiro. A dúvida é justificável, afinal o time que estreará sábado sereirá o sub-23 e o ciclo de contratações ainda não está encerrado.
Seria no mínimo estranho ver jogadores que nem sequer participarão do Campeonato Brasileiro e outras competições profissionais terem seus próprios números.

Só os números 9 e 10 estarão à venda?
Essa é uma pergunta que só o tempo dirá. Eu gostaria de ter comprado, ano passado, a camisa 4 do Emerson. Não encontrei...

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Previsão: 5 alegrias e 5 decepções para 2011

Na semana que antecede a estreia avaiana na primeira competição oficial de 2011 (só pra lembrar, nesse ano serão o Catarinense, a Copa do Brasil e a Série A), me permito fazer um exercício de futurologia e prever 5 alegrias e 5 decepções que aguardam o torcedor azurra (em tempo, tomara que eu acerte apenas as alegrias...):

ALEGRIAS (em ordem de importância, a maior alegria é a número 1):

5) Rafael Coelho: Essa é só pra provocar meu amigo Gérson, do Avaixonados. Superando as desconfianças, o novo ídolo avaiano será carregado nos braços da torcida, após fazer o gol que rebaixará nosso rival (veja item 1);

4) Jandson: Já confirmado, nos deu a primeira alegria do ano ao ser emprestado para o Prudente. Vai com Deus, meu filho!

3) Tricampeonato Catarinense: Vamos recuperar a hegemonia, sendo novamente o mais vezes campeão estadual de forma isolada.

2) Vaga na Libertadores 2012: com uma campanha memorável, comandada pelo maestro Marquinhos Santos e pelo canhotinha de ouro Estrada, o Avaí mais uma vez surpreenderá o Brasil ao conquistar uma vaga na Libertadores. Só não sei ainda se será ficando entre os três primeiros do Brasileirão ou sendo campeão da Copa do Brasil...

1) Rebaixamento do "outro time": Pra coroar o ano, a cereja do bolo. No segundo clássico pela Série A, um gol de Rafael Coelho já nos acréscimos rebaixará matematicamente o time das letras para a Série B de 2012. Sairemos da Ressacada carregando o "matador", enquanto a torcida modinha do outro lado chora mais uma vez...

DECEPÇÕES (em ordem de importância, a maior decepção é a número 1):

5) Medina: a eterna promessa volta ao Avaí, é elogiada pelos "entendidos" de futebol, faz uma fumacinha aqui, outra ali... e morre na casca como todo ano;

4) Duplicação da Diomício Freitas: após mais uma série de promessas e discursos eleitoreiros, a torcida avaiana vai amargar mais um ano de filas, embargos ambientais e discursos vazios com o célebre "agora vai!";

3) Rafael Costa: nem chega a ser uma decepção, se levarmos em conta que "de onde não se espera nada, é que não sai nada mesmo". O craque-revelação, artilheiro de amistosos e jogos-treino vai perder mais um balaio de gols feitos, vai ser xingado pela torcida, vai ser usado como salvação em alguns jogos e terminará o ano no ostracismo... exatamente como em 2010!

2) Público na Ressacada: mais uma vez, teremos a "Bombonera" às moscas, esvaziada pela "socialização dos custos", salvo algum acidente de percurso forçar a Diretoria a promover preços populares para que os mesmos bobocas de 2010 encham o estádio e salvem o time. Como o elenco é bom e isso não vai acontecer, teremos um dos mais belos estádios do país quase vazio, jogo após jogo;

1) Wagner Benazzi: Vai escalar errado, mexer errado, falar na hora errada e fugir da responsabilidade. Tudo como sempre foi. Será mandado embora ainda a tempo de salvarmos o ano e ganhar o Catarinense.

E você, torcedor? Concorda com minha lista? Mudaria alguma coisa? Dê sua opinião nos comentários!

Arthuro vem para ser titular?

O jogador Arthur Henrique Bernhardt, ou Arthuro, o cunhado do Fernandes, é o novo contratado do Avaí. Em 2009, ele chegou a treinar no Figueirense e acabou sendo contratado como reserva do Adriano, pelo Flamengo, sem chegar a atuar.

Revelado no Criciúma, o jogador desde então só tem atuado em times do exterior, um verdadeiro cigano da bola. No último clube do jogador, União de Leiria, ele acabou não sendo muito utilizado, assim como no Flamengo, e entrou na barca do novo Presidente do Clube, parando aqui, no nosso amado Avaí.

Experiência ele tem, no mínimo. Falta ver em campo se terá condições de disputar uma vaga no time titular ou se teremos, simplesmente, que "arthurar" mais um...

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"Jefferson Schmidt sofre no banheiro."

Não conheço o senhor Fábio Araujo - conhecido como Maguila, gestor das categorias de base do Avaí em 2010 e novo gerente de futebol do clube. Contra a pessoa dele não posso dizer nada, nunca me fez mal.  Mas, ao senhor Jefferson Schmidt, ah, a esse ele já causou algum problema... 

Confere aí a matéria, retirada do Diário do Sul, sobre um jogo entre Hercílio Luz e Imbituba:
Árbitro relata discussão com jogadores do IB no banheiro
TUBARÃO - Uma situação inusitada e até mesmo constrangedora marcou os momentos que antecederam a desastrosa arbitragem de Jefferson Schmidt na partida entre Hercílio Luz e Imbituba, na tarde de domingo, em Tubarão. O árbitro confirmou na súmula uma discussão com os atletas do Imbituba iniciada quando a máxima autoridade da partida usava, segundo suas próprias palavras, o "bacio" do vestiário da equipe visitante.
O relato de Jefferson Schmidt narra que, por o banheiro do vestiário da arbitragem do Anibal Costa não ter porta, ele procurou outro para usar, encontrando um lugar vazio. "Durante o uso, atletas da equipe do Imbituba, liderados por um dirigente de alcunha "Maguila", adentraram o local. Quando viram que um dos boxes estava sendo utilizado, começaram a hostilizar, dando batidas nas portas, jogando copos plásticos para dentro do box onde me encontrava", diz o texto do árbitro, que em seguida diz sem cortes alguns palavrões que teriam sido gritados pelo elenco.
A exatidão do relato vai além: "E em tom de ameaça diziam que iriam fechar a porta de saída para ver como eu iria sair. Ao terminar o uso do bacio, saí do box e todos perceberam que se tratava deste árbitro, onde (sic) lhes disse que não esperava este tipo de educação". Atletas e dirigentes do Imbituba _ o Maguila relatado no texto é o supervisor Fábio Araújo _ admitem as brincadeiras, mas garantem que imaginavam se tratar de algum colega de equipe. "Os jogadores acharam que era algum deles. Eu mesmo procurei o árbitro para esclarecer, mas ele não quis conversa e disse no vestiário que nós já saíamos perdendo por 1 x 0", contou o presidente Roberto Rodrigues. Na súmula, o árbitro afirma ter dito que estaria 1 x 0 para ele próprio _ num placar um tanto esquisito, entre um time e um juiz.
Em campo, no entanto, quem mais reclamou foi o Hercílio Luz, que teve duas expulsões contestadíssimas. "Ele precisa se decidir se quer ou não apitar jogo de segunda divisão. Se ele não quer, que mandem um árbitro de liga, mas não alguém que faça este tipo de papel", protestou o vice-presidente de futebol do Leão, Cláudio Fernandes, expulso do banco de reservas.

 Tá duvidando de tamanha idiotice? O Blog do Rodrigo também relatou essa história. Ah, quanto ao trabalho do senhor Fábio Araujo, aí sim, tenho sérias restrições: em 2010, o Maguila só nos fez levar porrada nas categorias de base e ainda trouxe o gigante Alyson. Mesmo assim foi promovido para Gerente de Futebol. Ao menos no novo cargo parece estar desempenhando um papel melhor...

Cunhado do Fernandes é novo reforço do Avaí.

Depois de confirmar o acerto de Rafael Coelho, anunciar a chegada dos gringos Jonatan Estrada e Facundo Pumpido, o INfoesporte tem mais uma novidade aos avaianos. Nossa reportagem apurou informações ao longo desta quarta-feira e mais um atacante está desembarcando no estádio da Ressacada. Trata-se de Arthuro, de 28 anos, que foi revelado pelo Criciúma e, negociado aos 19 anos, só defendeu clubes europeus desde então. O jogador estava recentemente no União de Leiria, de Portugal.

Arthuro assinará contrato de um ano com o clube azul e branco. A negociação vem acontecendo há uma semana. Para concretizar o acerto, restava apenas a liberação do jogador pelo União de Leiria. No entanto, o site português Mais Futebol noticiou que o atacante já foi dispensado pelo clube de Portugal.

O atacante Arthuro é esperado em Florianópolis nos próximos dias para ser apresentado como novo reforço do Avaí. Ele é o típico camisa 9 e, com 1,90m, chega para disputar posição com William. O jogador é irmão de Sara, esposa de Fernandes, meia do Figueirense.

Fonte: Infoesporte.

Nada a declarar... nada.
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A demissão do Prates...

Repercutiu ontem a notícia dada por Sérgio Rubim (O Canga), de que Luis Carlos Prates fora demitido da RBS. O motivo, segundo o jornalista, é aquele fatídico vídeo em que o homem que sonhava ser a "voz de Santa Catarina" - assim como seu ídolo, Paul Harvey, era nos Estados Unidos - solta o pau nos pobres, "esses  miseráveis". A ordem da demissão teria vindo da RBS gaúcha.

O que isso tem com o Avaí? Bom, alguém dentro dos muros da Ressacada é como o Prates: detesta "miseráveis"... Só falta nós darmos um "chega pra lá" na figura.




Vamos definir um norte?*

Até 2008, o Avaí tinha um objetivo muito claro: subir à Série A. Clube e torcida estavam juntos, todo ano, sabendo qual era nossa meta, mesmo que nem em todas as vezes tenhamos passado perto dela. 

Veja o Estadual. Todo ano sabemos qual é a razão para berramos nas arquibancadas: conquistar a taça. Em 2009, disputamos a série A com o objetivo de não cair. Em 2010, o discurso voltou. Em ambos os anos vislumbramos por algumas rodadas o sonho de disputar a Libertadores, de terminar entre os quatro primeiros. Não aconteceu. 

Ou não houve ambição suficiente ou simplesmente não havia time suficiente, ou as duas coisas.
Em 2009, Silas não quis arriscar e, mesmo com o timaço que tinhamos, ficou 10 rodadas jogando retrancado. Até mudar para o 3-6-1 (3-5-2) e liberar os alas para jogar, penamos. Fomos até a sexta colocação com o discurso de não cair.

Em 2010, não tinhamos time suficiente e também faltou ambição. Não ganhamos do Botafogo, naquele fatídico jogo em que decidiu-se que entrariamos com o time reserva. Perdemos a partida e moral para o restante do campeonato. Também não tinhamos um time bom o suficiente.

Em 2011, no papel, teremos time.
Ainda não vimos o Avaí desse ano em ação. Mas, no papel, é um timaço. Dois bons jogadores para cada posição, como em 2008 e 2009, e as contratações ainda não pararam. Pode anotar, mais 2 ou 3 jogadores ainda serão apresentados antes do Brasileirão e o mesmo tanto antes do Catarinense.

Teremos ambição?
Talvez. Ficamos uma década com a motivação de subir à Série A e quando finalmente subimos fomos bicampeões estaduais - os títulos nas próprias terras vieram naturalmente. A motivação da próxima década pode ser chegar à Libertadores. Pela Copa do Brasil, pela Sul-Americana ou pelo Brasileiro. Só falta alguém definir e deixar isso muito claro para a torcida. 

Ambição e um algo a mais.
Um objetivo bem definido é ideal, inclusive, para angariar sócios. Hoje, todos alugam cadeiras da Ressacada. Isso é o que essa merda de "campanha" Sócio Coração "vende". No futuro, quem sabe, sejamos mais que meros locatários e possamos nos associar pensando em, efetivamente, ajudar nosso amado clube a conquistar a América, o mundo. Vai que, né...

Querer já é um começo.

*Esse texto é puramente baseado em uma conversa com o amigo Fernando Silva. Não concordo plenamente com a opinião dele, não há até agora esse pensamento no Avaí, de ter a coragem de sair da mania de pequenismo e querer alçar sonhos mais altos, sem pensar que ainda é muito cedo.
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Por que não temos um time na Copinha?

De todas as competições de categorias de base que já pude acompanhar, a com a maior cobertura, sem dúvida nenhuma, é a Copa São Paulo de 2011.

No site de esportes mais acessado do Brasil, o Globoesporte.com, a Copa São Paulo é destaque continuamente, ocupando mais de um espaço na CAPA e contendo, inclusive, uma área inteira exclusiva dela.

A tabela da Copinha, produzida pelo Globoesporte.com. Nós não estamos aí.
PUTA QUE PARIU! 
O Avaí perdeu o bonde.
Assim como o senhor Fábio Araujo chegou, saiu da das categorias de base do clube. Não fez porra nenhuma que dê para ser vista daqui de fora. Sequer temos um time para disputar a Copinha e tentar revelar alguns bons jogadores para o futuro. Não teremos em 2011 a oportunidade de tentar faturar uma graninha com uma nova geração ou sequer tentar observar algum bom nome para o time prinicipal: Medina, Cristian, Johnny, Laércio, Ildemar, todos foram revelados na Copinha.

Não temos sequer time de base para concorrer com o desempenho do time além-pontes ou mesmo com o Criciúma!

O que fazer agora?
Tu talvez não saibas. Eu não sei mesmo. Mas a Diretoria resolveu promover o senhor Fábio Araujo para o Departamento de Futebol Profissional. Palmas...

Tal qual Totó: a volta de quem não foi.

Após um bom tempo de reflexão sobre todo o trabalho desenvolvido em outros blogs, pensando no porquê (por quê, meu Deus!?) de sempre abandonar a carruagem no meio do caminho, cheguei à conclusão de que tudo que preciso é de um espaço próprio.


Explico aos amigos que estiveram comigo no VidAvaí e ao Lucas, do Futebol Mané: após alguns equívocos, notei que as minhas palavras acabam recaindo sobre quem escreve no mesmo que eu e vice-versa. A "impressão digital" fica nas palavras alheias, somente pelo fato de estarmos no mesmo espaço.

Isso levou a auto-moderação de alguns textos, a continuamente avaliar o teor do que falava para, simplesmente, não respingar em ninguém o que eu tinha vontade de falar.

É só, simplesmente, comparar o meu Twitter e os blogs em que escrevi para ver a grande diferença. Por isso, aqui pretendo ser o mesmo desbocado que sempre fui, que nunca mede demais as palavras. 

Assim, decidi dar uma de Totó: voltei sem nunca ter ido. Aqui no blog o colega leitor poderá acompanhar o Twitter e opiniões mais bem elaboradas ao mesmo tempo. Eu voltei, sem saber por quanto tempo vou ficar.
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