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Archive for Fevereiro 2013

Coletividade.

Avaí e Guarani saíram de campo derrotados no jogo da noite de ontem. Se o Bugre tem a lamentar por levar 3 gols no segundo tempo, o Leão pode esbravejar por sofrer tanto para empatar uma partida que teoricamente seria fácil.  Seria para qualquer time minimamente sério com uma folha salarial do tamanho do Avaí.

Futebol é um esporte coletivo e coletividade é a sua conjugação. Sérgio Soares ou o elenco, um dos dois ou os dois não conhecem nenhuma das palavras. Se com Hemerson Maria tinhamos uma noção clara até demais do que esperar do time, atualmente não se espera nada além de um amontoado de jogadores sem funções claras. Agoniante, frustrante, irritante. 

Já dizia o velho sábio amigo Felipe Borges: "num time organizado, o ruim vira mais ou menos e o mais ou menos vira bom". Vamos treinar, Avaí.

Perder para o Guarani será normal.

Hudson Coutinho, dispensado pelo
 Guarani às vésperas do jogo. 
Sejamos realistas com o momento vivido pelo Avaí. Uma derrota para o Bugre de Palhoça não seria surpreendente, haja vista a situação de ambos os times. Eles não venceram o Criciúma no sul do Estado por acaso, o que deve ligar o sinal de alerta em qualquer avaiano.

Acompanho o Guarani. Vou aos jogos no Renato Silveira. O time é fraco, muito limitado, mas contava com um técnico que o organizava "direitinho", como diz o mané. Hudson Coutinho (foto) foi demitido, o que nos deixa simplesmente sem referência sobre o que encontraremos amanhã. 

Do que não podemos duvidar é de que a derrota é logo ali quando o confronto é entre os últimos da tabela. O Avaí precisa acordar e, de preferência, golear. 


Por favor, Dinelson, nunca mais volte.

Foto: Luiz Evangelista/ND
É engraçado o discurso dos jogadores de futebol. O quanto pode ser discrepante em relação à realidade. No início do ano, o eterno lesionado Dinélson afirmou ter escolhido ficar no Avaí por ter uma "dívida de gratidão" com o clube. 

Não era à toa. Anos de contrato com um atleta que nada rendeu. Absolutamente nada. Quem sabe 2013 fosse o ano dele. Não, não é. Dinélson acaba de anunciar a rescisão com o Avaí por uma proposta por que ele "não poderia perder a oportunidade proporcionada". 

Não que vá fazer falta. É só mais um capítulo de desrespeito ao manto avaiano que merece nota. O nosso único desejo é que Dinelson esqueça da existência da Ressacada. Vai na barca do Felipe Alves, aquela do até nunca mais. 

Julinho joga por decreto.

Inexplicável. Essa é a palavra que definiria a aparição de um peladeiro em quase todos os jogos de um time profissional, mesmo que nada de útil houvesse feito em nenhuma das oportunidades oferecidas. É o que define o momento do Avaí em relação ao empinador de pipas Julinho.

Uma vez testado na lateral, teve desempenho tão pavoroso que levou o técnico a dizer que não atuaria mais naquela posição. Passou então a entrar no decorrer dos jogos no meio de campo, mostrando-se inútil em todas as oportunidades. 

Não possui qualquer qualidade mental útil ao futebol. Visão de jogo, posicionamento e comprometimento, especialmente, são palavras que ele sequer parece conhecer. Contra o Metropolitano, ainda deu mostras de não possuir bom-senso. Não é de surprender. Ter chance num Vasco e ser devolvido para o Avaí envolvido em transações silenciosas já fala muito mais do que é necessário escrever sobre.

FORA!


O time blasé.

O Leão da Ilha que parece não querer honrar a alcunha. Perdemos para o Metropolitano dentro da Ressacada. Com um jogador a mais. Com 2 gols do Rafael Costa, aquele mesmo que deixou o sul da Ilha pela porta dos fundos, escorraçado, sem nunca ter apresentado um mínimo de futebol. Além da derrota no clássico.

Perder dentro do Scarpelli depois de 6 anos denotava algum problema mais grave do que simplesmente falta de bola. Até mesmo times com Diogo Orlando, Gustavo e Gian juntos, além da genialidade toda de Benazzi no banco, conseguiram manter aquele tabu.

Perder para o Metrô foi só a cereja do bolo de um grupo que demonstra não correr por mais ninguém. O "Avaí 2013" não tem sequer um esboço de determinação tática, como tantos outros times que o torcedor avaiano teve de aturar nos últimos anos. Sérgio Soares também já deu mostras de não entender o que é o Avaí. A calma do cidadão frente aos dois enormes vexames chega a ser mais um motivo de vergonha.

Ainda assim, nada explica a falta de vontade, de vibração, de alma. Vestir o manto deve ser motivação suficiente para qualquer um. Não é digno de vesti-lo aquele que não portar ao menos raça. Independente da situação. Quem vai bater no peito e dizer "aqui é o Avaí, porra!"?

Voltaremos normalmente semana que vem.

Por razão de um acidente automobilístico, estou impedido de realizar diversas operações diárias que seriam costumeiras. Assim que terminar este período de adaptação, volto com o blog normalmente, com posts diariamente. 

Abraço.

A crônica de Figueirense 1, Avaí 0.

Torcida avaiana com a festa de sempre. Foto: ROF.
Sempre bebo algumas cervejas antes dos jogos, mas desta vez cheguei ao local da peleja 4 horas antes do embate. Entrei no estádio Orlando Scarpelli embriagado. Isso ajudou a aturar o espetáculo de ruindade. Pena que a embriaguês não durou muito. Assistir a Figueirense x Avaí foi para os fortes. Triste de se ver.

Sobre o primeiro tempo, poucos comentários a se fazer. Além de estar com o estado de julgamento questionável durante os primeiros minutos da partida, sobre o que posso falar é: uma pelada equilibrada para ambos os lados, que o álcool ajudou a suportar. Para azar do Marquinhos, ele não estava bêbado. Já antes dos 30 minutos de jogo a irritação do camisa 10 era evidente.

O segundo tempo foi mais um espetáculo de horrores, com poucas jogadas de toque de bola inteligente, os dois times indo ao ataque de maneira atabalhoada. Marquinhos, mais uma vez, desequilibrou ao deixar seus companheiros Arlan, Felipe Alves e Nádson cara a cara com o goleiro. O que significou ainda mais irritação para o galego e torcida.

O clássico nem pareceu clássico, com pouca ou nenhuma vibração dos jogadores. Douglas Silva  e Ricardo desequilibraram para as barbies e foram dois dos poucos jogadores que comemoraram a vitória da maneira que ela merecia. 

Para o Avaí, somente Arlan e Marquinhos merecem nota positiva. Felipe Alves merece, no manezês, uma camaçada de pau. Também veto vitalício, para nunca mais vestir o manto sagrado. Tremeu nas bases contra a gambazada, rua! Nunca mais!

Logo mais vamos conversar o que o Avaí ainda pode apresentar nesse campeonato. Já adianto, não são perspectivas tão boas. 

Expresso da tarde.

O único verdadeiro clássico.

O jogo de amanhã pode ser chamado de clássico por qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. Não por somente os envolvidos, como acontece entre Joinville e Criciúma. Nenhum outro jogo em Santa Catarina reúne 90 anos de história e rivalidade, torcidas tão grandes e tantos títulos somados. Só Avaí e Figueirense.

A força da torcida.

De ontem até agora, avaianos não param de postar nas redes sociais os ingressos comprados para o jogo deste sábado. Então, aí ao lado está a minha foto, também!

Todo mundo sabe que em clássicos, especialmente no Scarpelli, a torcida avaiana dá um espetáculo soberbo. Muito acima do comum. Venha fazer parte dessa festa que independe de resultado!


Honrar a camisa é tudo.

Ao entrar em campo, especialmente contra o maior rival mas também contra qualquer um, a pessoa que vista o escudo do Avaí tem somente uma missão: dar toda raça do mundo com o máximo de inteligência em busca da vitória.

Não somos o clube de 90 anos com o maior número de título estaduais de Santa Catarina devido a perdedores, evidentemente. Mas também não será uma derrota no Scarpelli após 6 anos de invencibilidade que nos tirará o passado e o futuro. 

Só importa ao Avaí manter a mística do time guerreiro, que é a nossa essência. Só dessa maneira as glórias continuarão a existir.

Volta às atividades: Régis, parte 2.

Daí, raça. Massa? (Sempre quis falar isso, um professor, o Cabeça, sempre falava.)

Estou aqui rapidinho para avisar que com o final do Carnaval, vieram algumas responsabilidades alheias ao mundo Avaí. Assim, logo que as coisas estiverem normalizadas, voltamos à ativa com no mínimo 2 posts por dia. 

Era isso! Enquanto não voltamos, a segunda parte da entrevista com o Régis estará aqui no primeiro post do blog o dia inteirinho:


Régis, encarnação da raça avaiana. Parte 2. from Conselharia Azurra on Vimeo.

Na segunda parte da entrevista com o ídolo Régis, ele comenta o Clássico na final do Estadual de 1999, causos engraçados da sua época e da relação com os jogadores, diretores e técnicos que passaram viveram aquele período de glórias nas 4 linhas.

Não perca também a próxima e última parte da entrevista, em que ele comenta o vício que derrotou sua carreira, o alcolismo.

Os números de Adriano Chuva.

Fui atrás das estatísticas dos últimos anos do Adriano Chuva, novo contratado do Avaí. Não são animadoras, mas não significam muito, afinal dizem a respeito do futebol coreano.

Em 2007, o jogador fez parte daquele bom time do Fortaleza, que contava com Osvaldo (atualmente do São Paulo) e Léo Gago, por exemplo. Desde então, foi transferido para a Coréia do Sul, onde ficou até o final de 2012. Foi cogitado no Palmeiras em 2009, somente.

No tigre asiático, o atacante passou por 3 times, tendo marcado 28 gols nos 4 anos que lá passou. De 2010 até 2012, anotou somente 9 tentos. Um indicativa de que a maré não anda boa para o gigante de 1,86m, que pode vir a ser o homem de área de que o Avaí precisa. Pode ser. 

Diego estreou mal.


Antes de começar a falar sobre o goleiro campeão estadual de 2012, é bom deixar claro: sua qualidade é indiscutível. Não se pode compará-lo com o rapaz Aleks. O fato, que já foi comentado no Twitter e agora vem para cá, é que a torcida do Avaí ainda estaria acusando o goleiro da base de ser frangueiro se os dois gols do Joinville fossem nele. 

Também é inegável que ambos os gols foram bolas dificílimas. Culpar Diego por elas morrerem nas redes seria no mínimo tolice, mas Aleks seria culpado. Ah, seria. Miguelzinho ainda estaria dando ataques histéricos. "Esse menino tava completamente adiantado! Não pode, ô! Não pode! Isso aí não dá de aceitar! Não é jogador pro Avaí!"

Seguindo a lógica de boa parte do torcedor das arquibancadas, Aleks seria o culpado por tudo, independente dos lances que originassem o gol. Sendo assim, Diego também é culpado. Ah, e não existem mais bons goleiros pro Avaí.

Apanhadão da madrugada.

As notícias do dia que passou, comentadas de uma só vez.

Guarani x Avaí.

O julgamento do TJD declarou o Bugre de Palhoça inocente, o que já era esperado. O jogo entre os dois times deve ser remarcado. Simpática a atitude do Avaí em não querer prejudicar o Guarani, inocente desde o início. O Leão simplesmente não enviou representante ao julgamento. 

Fica a dúvida sobre quem vai pagar os prejuízos de ambos os clubes, que em momento algum tiveram culpa pelas decisões tomadas.

Chuva?

O atacante Adriano Chuva deve ser anunciado pela Diretoria do Avaí. Definitivamente, a era de "ouro" do jogador já passou. Pode ser que dê certo, se souber ao menos fazer um bom pivô. Tomara. 

Clássico será sábado.

A Federação Catarinense de Futebol remarcou o grande clássico, passando de domingo para sábado. É o único jogo para qual o torcedor se programa desde o início do campeonato. Delfim e seus subordinados acharam boa atitude mudar o horário, sem qualquer justificativa. Sacanagem, simplesmente.




Mantenham a posse, pombas!

O Avaí entrou em campo com todo o peso da tradicional camisa azulibranca listrada. Saiu com as cores sagradas um pouco desbotadas.

Levar um gol do Joinville àquela altura do jogo, daquela maneira, dentro da Ressacada, foi um golpe no orgulho da nação. Não pode acontecer, não é digno do Avaí.

Se no geral a partida do time não foi ruim, a falta de inteligência coletiva estragou qualquer esboço de elogio. O Avaí abdicou da posse do principal elemento do jogo, a pelota. Com um sistema defensivo ainda pavoroso, o gol do Coelho parecia inevitável. E foi.

Quem tem a bola nos pés é quem pode chegar ao gol. O time do Avaí precisa aprender isso. 

Vencer hoje é questão de tradição.

O Avaí entra logo mais no sagrado gramado da Ressacada com uma única missão: vencer. Depois de conhecer a história fantástica do Régis sobre a final da Copa Santa Catarina em 1995, vencer o Joinville passou a ser uma questão de tradição. 

A cada jogo contra o time do norte do Estado, deveria ser exibido ao grupo o depoimento do DEUS Régis sobre aquele jogo em que o Avaí venceu mesmo com aquecimento dentro do ônibus em movimento, sem um lanche sequer antes da bola rolar.

Se você não viu ou não sabe da história do jogo, entre em www.conselharia.com.br e confira.

Saldão de início de semana.

Essa semana não foi das melhores para mim, dessa maneira, o blog acabou ficando desatualizado. Vamos encerrar os assuntos que temos a conversar, mas por tópicos:

Guarani x Avaí.

Os cerca de 2 mil avaianos que lotaram as cercanias do estádio Renato Silveira felizmente não quebraram tudo e mais um pouco. Indignante, revoltante, que um estádio que já havia recebido dois jogos fosse interditado baseado em uma denúncia fraca do Ministério Público. Com menos de 24 horas de antecedência, faltando 15 minutos para o início da partida, é que torcedores e dirigentes tiveram certeza de que não haveria partida.

O maior prejudicado nem de longe foi o Guarani. O Avaí agora tem meia semana a menos de preparação para o Clássico, se o jogo for transferido para domingo.

Chevrolet - Não conte com ela.

A empresa patrocinadora do Campeonato Catarinense não deve renovar o contrato que firmou com o sapo barbudo, se tiver pelo menos metade da vergonha na cara que Associação de Clubes e Federação de Futebol não têm desde sempre. O jogo do Criciúma contra o Bugre de Palhoça também foi cancelado.

Avaí x Joinville.

O Avaí pode entrar em campo com uma dupla de zaga inexperiente e ainda desentrosada. Minhas únicas preocupações para o jogo da noite de amanhã são com o sistema defensivo e mais nada. Como é uma partida contra o JEC, o Avaí pode chegar a vencer mesmo assim. Tradição pesa, é claro.

Programa Mais Esporte.

Os amigos Renato Pires e Fábio Machado dedicaram 1 hora do programa Mais Esporte, da PrimerTV, à homenagem feita pela Conselharia Azurra ao eterno volantão do Avaí: Régis. Em breve a reprise do programa poderá ser conferida aqui.

Parte 1: Régis, encarnação da raça avaiana.


Na primeira parte das entrevistas com o eterno ídolos Régis, ele conta como chegou ao Avaí, as dificuldades da época e sobre o título da Copa SC de 1995!

Confira, curta, compartilhe o vídeo com seus amigos. Em breve, mais uma parte destas entrevistas!

Ainda hoje no blog, opinião sobre a rodada do final de semana.

Régis!

Foto cedida por Felipe Matos.

A Conselharia Azurra vai lançar uma série de reportagens e vídeos sobre o eterno volante avaiano, Régis. Símbolo da raça que cantamos em nosso hino.

Acompanhe pelo site www.conselharia.com.br, já está disponível lá uma demonstração do que está por vir.

Flamengo: o clube certo.

Quem no Brasil hoje não gosta de ver o Cléber Santana jogar? O Zinho é um amigo de longa data e é sempre muito elegante e gentil comigo. É claro que eu autorizo uma negociação, com o time certo.
João Nilson Zunino, flamenguista ou "esperto".



Casa cheia em Palhoça.

Palhoça é um terreno avaiano. Minha terrinha tem essa característica. Até temos um tanto de alvinegros aqui, mas parece que eles não gostam muito de vestir a camisa do time deles. Já o manto avaiano é encontrado diversas vezes pela cidade em questão de minutos. O Guarani foi fundado na cidade e aqui continua, mas precisará aprender a lidar com isso para manter-se na elite.

Amaro, presidente do Guarani.
Se o Bugre alcançou a elite do Catarinense foi graças aos esforços imensuráveis do Amaro, cara aí da foto ao lado. Apesar de ser um time simpático à maioria dos palhocenses, não existe uma grande legião de fanáticos pelo clube.

A história nos campeonatos amadores não o permite que seja uma unanimidade, sendo o segundo time da maioria dos nativos e só.

Torcerei para o Bugre em quase todos os jogos desse campeonato, pois é praticamente um dever como palhocense. Acredito que será assim com todos os outros conterrâneos avaianos que conheço. Torcer contra o Avaí é que está fora de hipótese. Isso, nunca.


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