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Acabou o assunto Marquinhos.

As negociações envolvendo o Marquinhos me preocupam. Não tanto em podermos perder o galego pela quarta vez ou quinta vez. Mas sim porque estamos diante do mais importante título que o Avaí já chegou perto de alcançar: a Copa do Brasil. Não é o momento de se ventilar qualquer hipótese ou fato concreto que possam balançar a equipe.

O que significa a negociação envolvendo Grêmio e Santos?
Em primeiro, o quanto foi arriscado o negócio da compra dos direitos do alemão de Biguaçu. Também significa que ele continua com a língua mais solta do que prudente - todo mundo lembra daquela frase: "Só saio do Avaí se o Zunino não me quiser mais". No mais, significa que mesmo não jogando metade do que sabe durante o início do ano, os espasmos de genialidade o diferenciam da maior parte de camisas 10 no futebol brasileiro atualmente.

E em termos financeiros?
Informações extra-oficiais dão conta de 25% do passe do galego pertence à LA Sports. Mais 50% percentem ao Santos e o outro tanto é dividido (não se sabe em qual proporção) entre o próprio Marquinhos e o Avaí.

Não temos outras informações quanto ao contrato atual senão o tempo: 1 ano. Não sei também se é normal estabelecer-se multas de rescisão em contratos de empréstimos. Mas a venda dos direitos dele para o Grêmio pode significar também mais dinheiro no caixa do alemão além das luvas e os salários. Para o Avaí, pode ser um valor pequeno. Para uma única pessoa, é um valor muito considerável.

E para o time?
Já tivemos provas em 2011 de que Marquinhos não é indispensável, mas é extremamente importante. Em outros anos também fora assim. Quase todo o esquema atual do Avaí gira em torno da figura do cara que distribui o jogo, o autêntico camisa 10. 

Quando sem ele, o time se portou bem, conseguiu resultados comparáveis aos de quando ele estava em campo. Mas a forma de jogar muda. A primeira impressão é de que não aguentaremos o ritmo necessário para jogar correndo o resto de 2011 inteiro. 

No bom futebol, o clássico, o futebol do Anjo Loiro, a bola é quem corre. Em 2010, e aí essa é uma opinião extremamente pessoal, faltou exatamente isso: alguém para fazer a bola correr e dar uma trégua ao time. 

Então, por quê não repercutir?
Esse post foi exatamente contra si mesmo. Mas acho que ao final dele chegamos ao consenso de que o galego é importante para o clube e para o time. Nas fases finais da Copa do Brasil, o melhor então é tentar dar um basta nessa ansiedade que teimamos em extravasar. Seja pelo medo de perdermos o Marquinhos ou o Renan. Se eles são importantes para o Avaí, por que nós, torcedores, daríamos nossa dose de contribuição à criação de um clima de incertezas dentro do elenco e do clube?

Pergunta lá em Curitiba se alguém ouviu especulações sobre saídas de algum daqueles bons jogadores do time de 23 vitorias consecutivas...

Acabou o assunto Marquinhos. Até a taça, pelo menos.

Ronaldo, professor de negócios.

Em entrevista à Revista Época, o recém-aposentado Ronaldo explica como conseguiu gerenciar sua carreira, seus contratos e sua imagem:
"Sempre me envolvi com minha carreira e procurei profissionais para me orientar. Vivendo, a gente vai ganhando experiência para tomar decisões. É claro que nem sempre se acerta, mas isso também é um aprendizado."
Ainda sobre os negócios do maior craque recente do país, a revista continua a falar  como o garoto do subúrbio de Bento Ribeiro, Rio de Janeiro, que estudou somente até a oitava série, conseguiu dominar o marketing pessoal e continuar ganhando rios de dinheiro mesmo agora, parado. 

Dois escritórios cuidam dos negócios do ex-fenômeno, os mesmos escritórios que têm como clientes gente bem sucedida como Zidane, Beckham e Fernando Alonso. Ronaldo também se cercou de gente do ramo de marketing, comunicação, finanças e Direito. 

Mesmo com alguns deslizes na vida pessoal e 3 anos de tratamento de lesões e agora aposentado, Ronaldo manterá todos os contratos que possuía na época de Corinthians. Abriu uma empresa de marketing esportivo, a 9INE, e mesmo assim não colocou um centavo para abrí-la. Todo o capital inicial, 5 milhões de reais, são da agência de marketing inglesa WPP. Ronaldo tem 45% do negócio, sem investir um centavo. Segundo Sérgio Amado, presidente no Brasil do braço da WPP: "Ele sabe o valor que tem. Nós também."

É assim, cercando-se de profissionais e deixando as amizades somente no campo das amizades que Ronaldo construiu sua fortuna de R$ 600 milhões. 

E o Avaí com isso? Pergunte ao Presidente Zunino... Só amizade, carinho e compaixão explicam a permanência de algumas figuras na Ressacada.
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Não deu nem tempo de comemorar.

Até as 15:20h do dia de hoje, eu estava absurdamente tranquilo em relação ao Avaí. Afinal, dia 16 vinha chegando, o fim do contrato do Rafael Costa e de outras ínguas se aproximando e o Clube anunciando no site oficial um plano de pacotes de ingressos para os jogos do turno e returno muito legal, cobrando preços justos desde que pagos de maneira adiantada.

Já estava correndo para comprar os foguetes
PUTA QUE PARIU!
Pensando que tal novidade em relação ao Rafael Costa era a simples não-renovação do contrato do inútil "jogador", claro. A notícia se revelou justamente o contrário, segundos antes de fechar o Twitter: tá no BID, Rafael Costa renovou até o final do ano.

Resumindo:
Guardei o dinheiro dos foguetes e perdi tempo fazendo a montagem do momento máximo de uma gestação. Talvez não, imagine ali que a enfermeira tá é botando a cabeça dele de volta, lá pra dentro...

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Olha aí quem tá sem clube...

Marco Aurélio Cunha, agora somente vereador da capital paulista.
Infelizmente, as chances são mínimas e ele ainda deve lançar-se candidato a Presidente do São Paulo em 2014. Mas sonhar não custa nada...
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No aguardo..

Tô aqui esperando que a notícia abaixo, exclusiva do amigo André Tarnowsky Filho, seja verdadeira. Isso é que me prende a atenção nessa tarde. Até deixei um texto importante para bem mais tarde, quando poderemos discutir se existe oposição no Avaí.
Fim da Linha 
Uma relação considerável de jogadores que atuaram nas duas primeiras partidas do Campeonato Catarinense, em especial aqueles que já estão no clube a alguns anos, devem ter uma surpresa nada agradável no dia de hoje.
A direção do Leão fará uma reunião para avaliar o desempenho desse famigerado Sub 23, e certamente, ocorrerão alguns desligamentos, quer por não renovarem o contrato, ou até mesmo facilitando o empréstimo para outros clubes.
O certo é que na ressacada não ficarão por mais uma temporada.
Se vale uma dica, aproveitem e dispensem o técnico da equipe Sub 23 também. Além de nada acrescentar, a verborragia do carioca gerou animosidades e antipatias, coisas estranhas em se tratando de Avaí Futebol Clube.
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Existe oposição no Avaí? - Capítulo 1.

Ainda ante-ontem me flagrei tendo esse pesadelo, de não saber se existe oposição no Avaí. Aí, me deparei com o excelente texto de Emerson Gonçalves, do Olhar Crônico Esportivo, que faço questão de reproduzir na íntegra aqui no blog. Mais tarde, em outra ocasião, eu e você poderemos discutir como anda essa questão que vai além das leis, vai na moral e na ética de cada um. Boa leitura!

A provável - nova - candidatura de Juvenal Juvêncio.

Ainda não é certeza, mas já são favas contadas, dizem os quero-queros que vivem no Morumbi: o presidente Juvenal Juvêncio será candidato a uma terceira gestão sucessiva no São Paulo FC.

Segundo os experts nas coisas jurídicas, tal candidatura será absolutamente legal. O jurista, ex-presidente da OAB-São Paulo, ex-presidente do próprio clube, Carlos Miguel Aidar, é um dos que garantem a legalidade da candidatura. Não por acaso ou coincidência, ele prestou serviços de sua especialidade ao ex-presidente santista, Marcelo Teixeira, que ficou por anos a e anos à frente do Santos FC.

Sem a menor dúvida, levando em conta as artimanhas jurídicas e as espertas interpretações da lei – e aqui menciono esperteza em seu pior e mais pobre sentido – será uma candidatura legal.


Mas será ilegítima.

Será aética.

Pelo simples fato de desrespeitar o espírito do estatuto do clube, que limita o exercício da presidência a duas gestões sucessivas.

Não sou advogado e pouco entendo de leis, que limito-me a seguir como qualquer outro cidadão. Mas a ciência jurídica, chamemos assim, não é tão misteriosa e distante da compreensão do homem comum como a física avançada, compreensível apenas para quem dedicou muitos anos a estudá-la com afinco. Não, longe disso, a ciência jurídica trata das coisas do nosso dia-a-dia e da ordenação da vida em sociedade e de nossas relações com outras pessoas, empresas, instituições e com o Estado. As leis podem e devem ser claras e geralmente o são, se não na redação nos documentos, com certeza em seu espírito. E é o espírito que norteia a criação e, na minha visão de cidadão comum, deve nortear sua aplicação.

O espírito do estatuto do clube é muito claro: só pode haver uma reeleição.


O presidente do São Paulo e seus defensores apegam-se a uma mudança na duração dos mandatos para tentar legalizar seu pleito. Provavelmente conseguirão, afinal de contas já estamos mais do que acostumados a ver esse tipo de manobras no Brasil. Até um presidente da república, desculpem, até um Presidente da República reelegeu-se graças a uma artimanha desse tipo, manchando sua biografia, de resto, exemplar.


Exemplar é, igualmente, a biografia e a história de Juvenal Juvêncio à frente do São Paulo, em especial a partir de 2003, quando assumiu a direção do futebol do clube na gestão de Marcelo Portugal Gouvêa. Seu trabalho foi, simplesmente, excepcional. Suceder a Marcelo foi algo natural, justo e correto, e sua gestão foi perfeita…

Até que foi tomado pela obsessão de fazer do Estádio do Morumbi a sede da Copa 2014 em São Paulo e palco do jogo de abertura. Intenção legítima, correta e justa, até mesmo para o conjunto da sociedade, mas derrotada pela politicalha e por interesses outros que dominam a confederação que trata do futebol no Brasil. Por conta dessa obsessão, o presidente do São Paulo parece ter deixado o futebol de lado, resultando num declínio acentuado da equipe já a partir de 2008, apesar do terceiro título brasileiro consecutivo, culminando, por enquanto, na ausência da Copa Libertadores depois de sete participações seguidas.

Nessa hora, pergunta-se o torcedor são-paulino atento, qual será o custo dessa nova obsessão, a reeleição?


Durante anos, notadamente durante a gestão MPG, o São Paulo era tomado como exemplo em vários sentidos, inclusive de modernidade. Enquanto seus co-irmãos do Trio de Ferro padeciam sob Contursi e Dualib, o Tricolor navegava em águas plácidas e alcançava grandes conquistas, aumentando suas receitas de forma sólida, consistente, próxima de uma situação de sustentabilidade (este OCE entende que não há sustentabilidade de fato quando se depende da receita de transferências para (fechar as contas”), vigiado por uma oposição ainda forte e bastante presente. Os exemplos dos dois outros clubes eram apontados como algo a não seguir. Democracia e rotatividade dos nomes no poder eram destacados como coisas positivas, modernas (na verdade são antigas, basta relermos alguns gregos e também os princípios da Revolução Francesa e da independência dos Estados Unidos, mas para nós, brasileiros, ainda desacostumados com isso, passam por modernas) e as derrocadas dos dois presidentes rivais, comprometendo seriamente seus clubes, foi a constatação do acerto da prática da democracia.


O tempo passou, como soi acontecer, e vimos uma verdadeira inversão de papeis e valores. Nessa semana, o palmeirense respira esperança por conta da vitória de Arnaldo Tirone (sim, ele tem ligações com Contursi, mas tem a chance de fazer seu próprio caminho) no Palmeiras. No Corinthians, o presidente Andrés Sanches já declarou que irá antecipar seu mandato para permitir a posse de um novo presidente antes do início de um novo ano, de uma nova temporada. Uma das medidas mais inteligentes que já vi na política de nossos clubes.

E ainda em dezembro, o Sport Club Internacional elegeu seu novo presidente através do voto de algumas dezenas de milhares de torcedores.

Isso mesmo: torcedores. Claro que todos eles donos de um título, mas não o pomposo título de sócio-patrimonial ou parecido, que costuma dar a meia dúzia o poder de decidir sobre a paixão de milhões. Sócios-torcedores, que de forma democrática e extrapolando largamente a mera área geográfica da sede do clube, votaram por uma nova direção.

Não é de estranhar, ao menos para mim e para a minha visão de futebol e da vida, que é o Internacional o clube brasileiro de maior destaque nesse princípio de século, ao lado do São Paulo. Com uma diferença: enquanto no Inter o presidente Giovanni Luigi contrata um profissional remunerado para responder pela gestão executiva do clube, o São Paulo vê-se às voltas com as artimanhas jurídicas – opa, vou usar o termo correto, apoiado pelo Dicionário Houaiss – então, voltando, o São Paulo vê-se às voltas com uma chicana cujo objetivo é manter no poder quem já está no poder. De forma indevida, levando-se em consideração o princípio que norteia o Estatuto do clube.

Se concretizada, perderá o clube e perderá seu presidente o direito e a legitimidade de reclamar, por exemplo, da igualmente aética, para ficar no mínimo, permanência de Ricardo Teixeira à frente da federação que responde por nosso futebol, que, a cada dia, fica mais correto chamar de reinado.

Se concretizada, ficará mais verdadeiro o título de um post deste OCE, escrito há dois anos, por outro motivo, mas já embutindo muito do que veio a acontecer: o São Paulo retrocede.

Para desgosto de grande parte da torcida, sem a menor dúvida, como é possível ver pelas manifestações que já vem ocorrendo pela internet.

Em tempo: é mais do que óbvio que esse texto traz implícita minha paixão de torcedor do clube, algo que nunca neguei e não nego, pois não há brasileiro que goste de futebol que não goste, antes de tudo, de um clube. Essa paixão, todavia, coincide totalmente com o que eu acredito ser fundamental para a vida das pessoas, das nações, das instituições: o exercício permanente da democracia e o respeito às leis.

E democracia e respeito às leis não podem coexistir com chicanices.

Emerson Nunes, responsável pelo blog Olhar Crônico Esportivo.

Por quê Rafa Costa?

Foto: Edu Cavalcanti.
Nem sempre os que treinam melhor são os que jogam melhor. É por isso que figuras como Romário existem desde o início do futebol profissional e é por isso que devem existir jogadores como Rafa Costa em times de elite como o Avaí. Em nenhum momento em sua passagem pelo Leão da Ilha o atacante demonstrou dentro de campo, que é o que importa, mérito algum para sequer tentar fazer gols em jogos de início de temporada. O próprio gol de sábado foi contra. Tá fácil ganhar salário por quase nada.

Instituições sérias trabalham com meritocracia. 
Os que mais merecem são mais bem renumerados, recebem mais chances de alçar o sucesso e assim por diante. Rafael Costa deve treinar muito bem. Isso explicaria a quantidade absurdas de chances que recebe na Ressacada. 

Com o selo "LA Sports" estampado na careca, Rafa Costa aportou no Carianos no final de 2007 e desde então o seu gol mais importante foi num clássico, meio sem querer. Nunca fez em campo nada que justificasse mais de 3 anos de insistência. E a meritocracia?

O Avaí paga por jogador de torneio amador?
Ano passado, o mesmo Rafael Costa participou, segundo Polidoro Junior, de um torneio amador chamado SC Cup. Quebrou a perna de um jogador. Ganhou, como prêmio, viagem para a Europa com a equipe Sub-23. É a tal meritocracia?

Possível explicação e uma boa notícia.
O sofrimento termina dia 16 de fevereiro, quando o contrato do Rafa acaba. A insistência de colocá-lo neste jogo de sábado para conseguir acertar, sem acertar, uma única jogada de tantas que passaram pelos seus pés pode ter uma resposta: a meritocracia, ao menos no departamento de futebol avaiano, pode ser deixada de lado por um motivo.

Eu também não ficaria satisfeito em ver um contrato terminando e nenhuma proposta de compra na mesa. Mas nos treinos Rafa Costa deve parecer um craque. Só isso explicaria termos sofrido por 3 anos vendo em campo esse rapaz que parece ser gente fina, porém nunca jogou bola que justifique estar no Avaí.

Para fechar com chave de ouro:
Mais sorte e raça nos próximos jogos, Rafa. O teu sucesso é o nosso e um bom desempenho nesses jogos pode fazer surgir trabalho pro resto do ano... Honra o nome, mo quirido.
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Numeração fixa: demorou, mas veio.

Com a apresentação do novo atacante do Avaí, Arthuro - o cunhado do Fernadói, lembra?, ficou evidente que uma boa notícia está se concretizando: a numeração do time avaiano será fixa. O jogador escolheu o número 19 para usar nesta temporada.
Foto: Infoesporte.

O fim dos desencantos.
Não precisa mais ir às lojas pensando que está comprando a camisa 10 do Marquinhos e, ao chegar na Ressacada, ver algum outro utilizando o manto sagrado que um dia foi de Adilson Heleno e hoje é do Anjo Loiro.
Com a numeração fixa, o pesadelo de ver a camisa que nós usamos todos os dias sendo um dia trajadas por um ídolo e no outro por um Rafa Costa da vida definitivamente acabam.

Uma demora justificada.
A Direção avaiana ainda não decidiu se a numeração fixa valerá para o Catarinense também. De certeza é que valerá para o Brasileiro. A dúvida é justificável, afinal o time que estreará sábado sereirá o sub-23 e o ciclo de contratações ainda não está encerrado.
Seria no mínimo estranho ver jogadores que nem sequer participarão do Campeonato Brasileiro e outras competições profissionais terem seus próprios números.

Só os números 9 e 10 estarão à venda?
Essa é uma pergunta que só o tempo dirá. Eu gostaria de ter comprado, ano passado, a camisa 4 do Emerson. Não encontrei...

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