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Diretoria espera 10 mil torcedores amanhã.
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| É assim que a Diretoria enxerga o mundo pelas janelas da Ressacada. Eles vivem no mundo da Lua, só pode... |
Eu não esqueci, Verdini.
Cabeças-de-catuto
Desorganização, teu nome é AVAÍ
Gostaria muito de estar escrevendo sobre a grande vitória de hoje, sobre a entrada no G-4, sobre a excelente campanha... mas não tenho ânimo, porque apesar de ser SÓCIO não pude entrar no estádio hoje.
Cheguei na Ressacada às 15:10 (50 minutos antes do horário do jogo) com meu filho de 9 anos. A fila para o portão 4 (setor D) já estava quilométrica. Fui pro final da fila, mas ela não andava. Depois, pude ver o motivo: um portãozinho onde só passavam duas pessoas de cada vez. Pior: nenhum funcionário do Avaí para organizar a fila ou agilizar a entrada. Com isso, os "espertalhões" de plantão começaram a furar a fila, daí mesmo que ela ficava parada e cada vez maior.
Exatamente às 16:10, quando saiu o primeiro gol avaiano, eu ainda estava há uns 50 metros da entrada. Nesse momento, olhando meu filho chorar, resolvi desistir. Dei meia volta e fui pra casa.
De que adianta ser sócio, se no dia de jogos bons eu não tenho nenhum privilégio? Se tenho que dividir o espaço com os oportunistas que só vão na boa? Tinha MUITA gente com ingresso na mão, ou seja, compraram só para ir contra o Corinthians. E os sócios ali, sem conseguir entrar.
Felizmente, moro perto do Estádio então ainda consegui assistir desde a metade do primeiro tempo pela TV. E quem veio de longe? Com certeza, teve gente que só entrou no intervalo ou mais tarde ainda.
Custava ter umas 4 ou 5 catracas EXCLUSIVAS para sócios? Custava ter alguém organizando? É assim que o Avaí quer aumentar o número de associados? E agora, o Avaí vai me ressarcir? Entro com uma ação no Procon porque o clube vendeu um produto que não entregou?
Sei que tem gente que vai dizer que deveríamos chegar mais cedo, ainda que eu pense que 50 minutos antes é MUITO CEDO. Entendo e aceito o grande número de pessoas num jogo desse porte, o que não posso aceitar é a DESORGANIZAÇÃO que a cada dia dá as caras no Avaí.
A falácia dos ingressos caros
Figuras do futebol catarinense: O Analfabeto
Segundo o site Desciclopédia, "analfabetismo" significa: anal (Ânus) e betismo (ler), ou seja, uma pessoa que não sabe ler ou lê igual sua bunda. Perdão pelos termos chulos, mas é que a rapeize do Desciclopédia não perdoa. Quero o futebol de volta!
Manezinho mais irado da cidade: o dedinho de Leonardo
O manezinho mais irado da cidade! - Futebol às 22 horas?
Inspirado na seção quase homônima da Revista Placar, vamos fazer uma brincadeira e transformá-la na seção “O manezinho mais irado da cidade”, aquele que diz as (supostas) verdade sem calo na língua, populista, sem medo de ser politicamente incorreto ou querer agradar gregos e troianos! Na sessão de estréia, só para esquentar, um assunto fácil de malhar: o horário absurdo do futebol!Jogos começando às 22 horas são bons apenas para a televisão. Mas, e nós, torcedores, consumidores de um produto, que pagamos (cada vez mais) caro por ele, como ficamos? E, no caso dos avaianos, que hora chegaremos em casa se o jogo começa as 22 horas e depois pegamos a bicha do trevo da Seta? E quase nunca é uma bichinha! Se a Diretoria brigou tanto para aumentar o valor das mensalidades, não pode brigar para que as partidas fossem num horário humanamente viável? Sentem-se pequenos para brigar contra a novela e o BBB? Pois, a culpa são dos clubes, que acham que valorizar o futebol é aumentar preço de ingressos e das mensalidades! Acorda pra vida, mô quirido! São uns mazanzas!
Na hora de negociarem com a televisão, os clubes e seus representantes pensam pequeno, são tacanhos, tem complexo de inferioridade, não sabem o real valor do produto rentável que tem em mãos e engolem qualquer merreca. O fato é que jogo às 22 horas só é bom para a TV, que não faz grandes alterações em sua grade de programação, passa a novela, o BBB, vende
mais pacotes na TV fechada e ainda paga uma merreca de cota para os clubes, como o caso da RBS que fatura alto e dá muito pouco em troca.
Embora os valores tenham aumentado nos últimos anos, esse aumento se deu em virtude da disputa entre RBS X RIC Record e não da boa vontade das empresas e muito menos dos clubes, que ainda não acordaram para o real valor dos seus produtos. O que a RBS paga para alguns clubes do Estado em todo o campeonato, ela arrecada em alguns minutos de propaganda no horário nobre.
Vem cá, agora deixa eu falar! Me focaliza aqui! Sabe quanto a empresa gaúcha paga para ter o direito de explorar e mandar e desmandar em todas partidas? Meros R$1,6 milhão! Não faz nem cosquinha nos cofres! Deste dinheiro, os quatro grandes (Avaí, Joinville, Criciuma e outro que esqueci o nome) ganham ridículos 13%, algo em torno de R$200 mil! Chapecoense, Brusque, Metropolitano e Ibirama ganham meros 9%. Já Imbituba
e Juventus recebem irrisórios 6%! Merrecas, não vale a água da louça! R$ 1,6 milhão ela consegue só na cota de churros vendidos no Planeta Atlântida! Agora me diz pra mim, por R$200 mil temos que aguentar humilhações como assistir partidas no meio da semana às 22 horas ou domingo às 19:30? RBS, clubes, Federação, todos fazem de nós - torcedores - palhaços. Mofas!
Todos os clubes, mas especialmente os quatro grandes, como o Avaí (único representante catarinense na Série A e time com maior número de transmissões) acabam decidindo aumentar a conta dos associados ao invés de brigar para aumentar os valores das cotas de TV para o Catarinense. Se o produto que vende é bom – e de fato é – porque só um lado paga a conta? E justamente o lado mais fraco e que sustenta o mercado de futebol: os torcedores. Futebol às 22 horas é um insulto! Se os clubes querem elitizar o futebol para supostamente valorizá-lo, que comecem parando de se prostituir por uma merreca! Tem que acabar o Big Brother para depois a bola rolar? Beleza, tudo bem! Mas, que se vendam caro para quem realmente pode pagar! É calça de veludo ou bumbum de fora!



