Para completar - e como já era de se esperar - a imprensa da capital desvia o foco das atenções na cobertura do assalto de quarta-feira. Querem resumir todas as questões do Clássico a um minuto acrescido - e não sinalizado - por Luiz Orlando Scarpelli no jogo, como se tudo se ressumisse a isso e ao marginal que jogou um foguete em campo.Em sua tentativa de reescrever a história, para a imprensa não houve:
1) falha no gol legal de Sávio anulado erroneamente (Sávio estava adiantado, mas a bola foi tocada por um atleta do Figueirense);
2) não houve falha na não expulsão de Jeovânio;
3) não houve falha no fato de ter sido tiro de meta (assinalado pelo bandeirinha!) e não escanteio no lance que originou o gol ilegal do Figueirense;
4) ninguém sequer mencionou o montinho feito por jogadores do Figueirense em cima de Zé Carlos no lance final, inclusive com o goleiro Wilson indo de soco na bola e agarrando Zé Carlos.
Que a defesa do Avaí não caia na armadilha de querer focar o assunto no minuto extra dado por Luiz Orlando Scarpelli. Para a Imprensa, que não tem o menor interesse de desqualificar a competição, afinal, é o evento que paga seus salários, o clássico se resume assim: um abobado que solta foguete e atrasa o fim da partida em um minuto, a Márcio Goiano com sua invencibilidade em clássicos, ao oportunismo de William, a ação criminosa da Mancha Azul e a criticar Chamusca, dizendo que ele não tinha o direito de declarar o que declarou e que o torcedor avaiano queria explicações, o que é uma grande mentira, afinal, Chamusca só cresceu aos olhos da torcida após o clássico.


6 comentários:
Pô, e a Mancha hein...
Mais uma vez... pra variar... Né?
Fica difícil assim...
E ficamos na torcida por saber que a diretoria à princípio vai defender o Avaí!
=)
Thiago, depois a polícia impede a entrada de materiais nos jogos e a torcida reclama, não sabendo por que.
É claro que jogos do Avaí sem a Mancha Azul não é a mesma coisa, já que é ela quem anima com seu batuque e puxa os gritos de guerra.
No entanto, se eles não querem ser vistos como marginais, que reforcem as ações para tirar esses marginais - que certamente eles sabem quem são - do seu meio e parem, inclusive, de pichar a cidade como se fosse uma facção criminosa e não uma torcida de futebol.
Agora é aguardar pelos próximos capítulos da novela, que dessa vez parece ser um filme de tribunal! hehe
abs!
Mas cara... Não consigo pensar nessa organizada sem imaginar; como você disse; uma facção criminosa...
Á história vive se repetindo... Ou é impressão minha?
É claro que não é um problema isolado da Mancha Azul, já que 99% das TO estão infestadas de marginais, como a mancha, a gaviões, as de Joinville, do criciuma e por aí vai, isso para não falar as do eixo RJ-SP, com problemas ainda maiores do que as nossas.
Tem algum idiota dentro da mancha azul que todo jogo joga rojões na costeirinha e agora foguetes em campo.
Cabe a diretoria avaiana chamar o presidente da Mancha Azul e exigir que eles apresentam o idiota, já que é impossível que eles não saibam quem são.
E a história das pichações, isso é coisa de gang ou de quadrilha, não de torcida de futebol...
Tens razão, até final do ano todo mundo já se esqueceu dessa história, até o próximo episódio de violência...
Concordo com vc, chamusca só cresceu aos nossos olhos, acho que ele tem futuro no Avaí, e isso depende muito da torcida.
Grande abraço e parabéns pela qualidade do blog.
Carlão, concordo com voce, Chamusca cresceu aos olhos da torcida!
Só não podemos também ignorar os erros e o fraco futebol apresentado por alguns atletas, como Leonardo, os inúmeros erros de passe de Batista e Thisen, além da total ausência de um meia de criação, tarefa que não deve ser jogada no colo de Caio.
Mas, se não der na técnica, temos que superar na garra!
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