Postado por: Marcelo Herondino Cardoso março 02, 2010

Particularmente, não sou um aficcionado pelo esquema tático 3-6-1, que o Avaí empregou no Brasileirão de 2009 e vem repetindo no atual catarinense. Até entendo que possa funcionarestadual, para encarar "potências" do porte de Atlético-IB, Metropolitano ou Brusque é de doer os olhos.

E, antes que venham me dizer que o esquema avaiano é na verdade um 3-5-2, quero lembrar que o Sávio não é atacante, embora já tenha sido. Pelas características que apresenta, o atleta é meia avançado, quase um antigo "ponta-de-lança".

Mas, na verdade, não é propriamente o esquema que desejo comentar nesse post. Quero falar mesmo é do "1" desse 3-6-1 ou, em nosso caso específico, o ZERO mesmo (por vezes, até "menos um"). Se já está difícil de engolir a lentidão Leonardiana por jogos a fio, ter que assistir 90 minutos inteirinhos de Jandson é de acordar úlceras há muito curadas.

Esse menino deve arrebentar nos treinamentos, fazendo gols incríveis. Não vejo outra explicação para que todo técnico que passa por aqui - nosso ídolo Silas incluído - elogiá-lo e resolver dar uma chance pro cara. Meu Deus, ninguém vê que ele não acerta UMA ÚNICA JOGADA a partida inteira? Que ainda atrapalha algumas boas jogadas avaianas? Que tem uma sonolência digna de um Zé Buscapé (pra quem é mais novo, é um urso de desenho animado que vivia dormindo e resmungando).

Como eu já falava sobre o Luís Ricardo, de nada saudosa lembrança, ainda há tempo para o Jandson. O CEPU oferece uma série de cursos técnicos e penso que aceita matrículas para 2010. Que alguma boa alma oriente esse menino e o mande estudar, porque quem disse a ele que poderia ser jogador de futebol profissional foi de uma maldade sem tamanho. E o pior é que ele acreditou!

Meu time joga no 3-6-0, se for o caso, com um jogador a menos, mas SEM JANDSON, pelo amor de Deus! Acorda, Skavurska!

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