Li no blog do Vandrei Bion que a projeção feito pelo presidente do Avaí, João Nilson Zunino, já para o ano que vem, é a de um crescimento de pelo menos 80% no orçamento do clube, que atualmente gira em torno de 15 a 20 milhões (confere?).É uma projeção otimista e que esperamos que se concretize o mais rápido possível e de forma sustentável. São cifras impressionantes para quem conheceu e se lembra da realidade do clube há poucos anos atrás, mesmo já na Era Zunino.
Por exemplo, podemos pensar em 30 de setembro de 2003. Qual era a situação do Avaí, há exatos 5 anos? Uma reunião envolvendo seis dirigentes do Avaí, entre eles o presidente João Nilson Zunino e o diretor de futebol Mário César Campos, em um hotel da Capital, definia a dispensa de 21 dos 26 jogadores que integraram o elenco que disputou a Série B de 2003, terminada no final de semana anterior, com a ascensão de Palmeiras, Botafogo, Sport e Marília.
Na oportunidade, discutia-se ainda a efetivação de Abel Ribeiro para o cargo de treinador. Os jogadores foram informados pelo gerente de futebol João Carlos Dias das decisões tomadas pela diretoria. Aos que teriam seus contratos rescindidos, foram feitas propostas. Praticamente todos os atletas assinaram contratos com o clube até dezembro, já que o Avaí tinha como meta chegar nas finais da Série B.
Apenas o goleiro Gilberto, os meias Anderson, Dione, Fantick e o atacante Eder permaneceram vinculados ao clube. A idéia inicial era conceder férias aos jogadores e trabalhar na montagem do novo time para o Campeonato Catarinense de 2004.

Em 2003, pelo menos 50 jogadores foram contratados pelo Avaí ao longo dos últimos seis meses de preparação e disputas dos jogos do Brasileiro da Série B. No decorrer da competição, 25 atletas, alguns em períodos de testes, foram dispensados. A folha de pagamento do clube que chegou a R$ 230 mil foi reduzida para R$ 160 mil com as dispensas ou a redução salarial, condição imposta pela diretoria para que continuassem no clube.
Não deixa de ser alvissareiro tomar conhecimento das atuais projeções do clube para o futuro próximo.
(Fonte: jornal A Notícia, 2003).


2 comentários:
O melhor é saber que essa diretoria aprende algumas coisa nestes anos de "fundo de poço" e torço para que essas lições permaneçam bem vivas na memória de diretores, conselheiros, jogadores e torcedores, pois só com o trabalho e a atenção de todos é que um planejamento pode se tornar realidade, como estamos vivenciando atualmente.
Quando se trata de gestão em futebol, é melhor ir devagar e sempre... por que pra tropeçar e cair sabe-se lá pra onde acontece em 1 ou 2 anos por um descuido, deslize ou falta de sorte, mas pra conquistar (de maneira limpa é claro) uma posição de destaque... aaah ai é muito trabalho e suor (e cerveja se a CBF permitir).
:)
Lu, como diria o filósofo, "futebol é uma caixinha de surpresas", mas essa máxima deve funcionar dentro do campo e não fora. Minha esperança é que realmebnte seja isso que esteja acontecesse no Avaí e parece que sim.
Se o Avai conseguir equacionar suas dívidas e crescer de forma sustentável, já é um grande salto!
Quanto a cerveja, como não bebo, nem faço questão ehehehe mas, vou pensar no seu Adão e demais vendedores que dependem disso, então tomara que deixem liberado mesmo hehehe
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