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Archive for Março 2010

A responsabilidade é da PM ou do Avaí?


Após os incidentes ocorridos durante o Clássico, como objetos arremessados para dentro de campo, além de gandulas envolvidos em brigas e, vergonha!, foguetes estourando no gramado, o Avaí lançou nota oficial no site do clube informando instauração de Inquérito contra a arbitragem responsável pela partida.

Era o mínimo que se esperava do Avaí Futebol Clube como instituição que se faça respeitar.

Algumas coisas precisam ser esclarecidas para que ninguém fique falando besteira por aí:

  • Querem criminalizar o Avaí por causa do foguete atirado ao campo. Tudo bem, é grave o incidente. Mas, responda: se a revista é feita pela PM e o torcedor responsável pelo acidente foi entregue pela Mancha Azul à polícia logo em seguida ao fato, tendo os integrantes da organizada ouvido um simples "deixa assim".
  • Objetos atirados para dentro de campo eu já vi em outras praças esportivas do Estado, por que só o Avaí seria punido? Aliás, Luis Orlando de Souza relatou de forma equivocada o objeto atirado: teria atingido o capacete ou o pé?
  • O Avaí errou ao contratar alguns gandulas. Inclusive um deles é reincidente. Mas se alguém deveria ter coibido eles na beira de campo, esse alguém deveria ser a PM.
Resumindo: é incoerência querer culpar o Avaí por fatos que deveriam ser evitados pela Polícia Militar.

Desfazendo mitos

Certas coisas envolvendo o atual time do Avaí são repetidas como mantras, recebendo caráter de verdades absolutas, mas não refletem a realidade. Em razão da necessidade de desmistificar determinadas assertivas, formulei três enunciados:

I. O Avaí não joga no 3-6-1.
Sabe-se que uma formação com três zagueiros deve, em tese, provocar a liberação dos laterais do time, que, passando a exercer a função de alas, ocuparão o setor de meio-campo. No entanto, não é isso que vemos no Avaí. Demonstra-se claro pra mim que, mesmo sem intenção, Chamusca joga com uma linha de cinco na defesa. Afinal, obrigando nossos supostos alas a marcar os flancos, empurra estes para a defesa, impondo-lhes um comportamento de laterais clássicos. Enxerguemos: Jogamos, na verdade, no cinco-três-dois (e o ponto II elucida melhor a questão)!

II. Sávio não é meia-armador. Parece que a camisa 10 ostentada por Sávio vem confundindo os analistas, que o apontam, diariamente, como o armador do Avaí. Os pitaqueiros, quando sugerem formações para o time de Chamusca, invariavelmente o colocam como homem de meio-campo, ignorando que, na verdade, Sávio é segundo-atacante. O mais próximo de meia-armador que Sávio já passou pela carreira foi no Real Madrid, onde por muito tempo atuou como extremo pela esquerda, chegando ao fundo para servir Raúl e Morientes (ou Anelka). Embora detentor de boa capacidade técnica, não confundam Sávio com o armador clássico, pois ele não o é.

III. Batista não rende como lateral-esquerdo. Tenho ouvido que este volante poderia muito bem atuar como lateral pelo lado esquerdo do campo, mas não posso concordar com tal afirmativa. De fato, ele já atuou pela faixa esquerda do campo diversas vezes na carreira, principalmente quando no Paraná. E não questiono que ele pode quebrar um galho como lateral em excepcionais circunstâncias do jogo. Mas que fique claro que Batista não possui, além do bom pulmão, os requisitos essenciais de um bom lateral. Absurdamente, dizem que ele pode ser o meia-dúzia somente porque se trata de um canhoto! No entanto, que fique claro que ,de lateral esquerdo, Batista só tem o pé. É tão lateral-esquerdo quanto Rudnei é lateral-direito.

Imprensa quer reescrever a História!

Para completar - e como já era de se esperar - a imprensa da capital desvia o foco das atenções na cobertura do assalto de quarta-feira. Querem resumir todas as questões do Clássico a um minuto acrescido - e não sinalizado - por Luiz Orlando Scarpelli no jogo, como se tudo se ressumisse a isso e ao marginal que jogou um foguete em campo.

Em sua tentativa de reescrever a história, para a imprensa não houve:

1) falha no gol legal de Sávio anulado erroneamente (Sávio estava adiantado, mas a bola foi tocada por um atleta do Figueirense);

2) não houve falha na não expulsão de Jeovânio;

3) não houve falha no fato de ter sido tiro de meta (assinalado pelo bandeirinha!) e não escanteio no lance que originou o gol ilegal do Figueirense;

4) ninguém sequer mencionou o montinho feito por jogadores do Figueirense em cima de Zé Carlos no lance final, inclusive com o goleiro Wilson indo de soco na bola e agarrando Zé Carlos.

Que a defesa do Avaí não caia na armadilha de querer focar o assunto no minuto extra dado por Luiz Orlando Scarpelli. Para a Imprensa, que não tem o menor interesse de desqualificar a competição, afinal, é o evento que paga seus salários, o clássico se resume assim: um abobado que solta foguete e atrasa o fim da partida em um minuto, a Márcio Goiano com sua invencibilidade em clássicos, ao oportunismo de William, a ação criminosa da Mancha Azul e a criticar Chamusca, dizendo que ele não tinha o direito de declarar o que declarou e que o torcedor avaiano queria explicações, o que é uma grande mentira, afinal, Chamusca só cresceu aos olhos da torcida após o clássico.

Figuras do futebol catarinense: O Analfabeto

Segundo o site Desciclopédia, "analfabetismo" significa: anal (Ânus) e betismo (ler), ou seja, uma pessoa que não sabe ler ou lê igual sua bunda. Perdão pelos termos chulos, mas é que a rapeize do Desciclopédia não perdoa.

Durante muitos anos o Brasil tentou acabar com o Analfabetismo e nunca conseguiu. Como o governo viu que isso seria impossível para a grande maioria da população, ele usou o jeitinho brasileiro e mudou a lei considerando uma pessoa "alfabetizada" aquela que conseguir ler e escrever o próprio nome.

Pegamos, por exemplo, um texto de autor desconhecido, circulante na internet (mesmo se soubéssemos quem é o autor do texto, não divulgaríamos o seu nome para não constrangê-lo).
Conte com a gente quantos erros gramaticais você encontra no testículo abaixo:

"INCIDENTES AO TERMINO DA PARTIDA CORREAM EM MINHA DIREÇÃO O TREINADOR DO AVAI SR. PERECLES RAIMUNDO OLIVEIRA CHAMUSCA, RECLAMANDO DA ARBITRAGEM, ASSIM COMO OS ATLETAS SR RAFAEL DIEGO DE SOUZA ,N 02 E O SR ANTONIO CAIO SILVA DE SOUZA N 11 E O SR. JOSÉ BATISTA LEITE DA SILVA N 05 TODOS ATLETAS DO AVAI E MAIAS ALGUNS ATLETAS QUE NÃO FOI POSSIVEL IDENTIFICAR ONDE TODOS TIVERAM QUE SER CONTIDOS PELO POLICIAMENTO ATLETAS ESTE TAMBEM DO AVAI FC. APÓS O TERMINO DA PARTIDA QUANDO SAIAMOS ESCOLTADOS PELO POLICIAMENTO EM DIREÇÃO AO VESTIARIO DE ARBITRAGEM FORAM AREMESSADOS VARIOS OBJETOS EM NOSSA DIREÇÃO IDENTIFICANDO OS SEGUINTES SAPATOS, GARRAFA PLASTICA DE AGUA E UM GUARDA CHUVA, VINDO DA PARTE COBERTA SOCIAL NOVA. NOS ACRECIMOS DO 2° TEMPO DA PARTIDA FORAM AREMESSADOS FOGUETES EM DIREÇÃO AO CAMPO DE JOGO ONDE DOIS DESTES ESTOURARAM DENTRO DA AREA DE META DEFENDIDA PELO GOLEIRO DO AVAI PROVOCANDO O RETARDAMENTO DA CONTINUIDADE DO JOGO ESTES FOGUETES FORAM AREMESSADOS DA ARQUIBANCADA DESCOBERTA ONDE SE ENCONTRAVA A TORCIDA DO AVAI. NA COMEMORAÇÃO DOS ATLETAS DO FIGUEIRENSE APÓS O GOL DO MESMO ADENTROU AO GRAMADO DO CAMPO DE JOGO O SR LEANDRO DOS SANTOS BELO, , GANDULA DA EQUIPE DO AVAI PARA DISCUTIR COM ATLETAS DO FIGUEIRENSE. SENDO EXPULSO , APÓS AO TERMINO DA PARTIDA. OS GANDULAS Sr. LEANDRO DOS SANTOS BELO, SR.DJALMA MARTINS PEREIRA NETO, SR. ANDERSON A S BELO E O SR. DEIVID DIAS SE ENVOLVERAM EM UMA CONFUSÃO COM OS ATLETAS DO FIGUEIRENSE COM EMPURROES E OFENSAS MORAIS SENDO NECESSARIO A INTERVENÇÃO DO POLICIAMENTO QUE ESTAVA PROXIMO . NÃO FOMOS INFORMADO PELA JUSTIÇA INTINERANTE DE OUTROS INCIDENTES ALÉM DOS JA RELATADOS.. APOS O ENCERRAMENTO DO JOGO COMPARECEU AO NOSSO VESTIARIO O SR. MAJOR RICARDO DA POLICIA MILITAR INFORMANDO QUE HOUVE CONFRONTO ENTRE POLICIA MILITAR E A TORCIDA IDENTIFICADA COMO DA MANCHA AZUL DO AVAI, CAUSANDO UMA LESÃO NO PÉ DO SOLDADO LIMA EM VIRTUDE DE UMA PEDRADA."

Quiz - Parte 2

Essa é uma questão mais difícil, pois envolve também raciocínio aritmético complexo. Você é o árbitro de uma partida e assinala TRÊS minutos de acréscimo. Com isso, a partida vai até:

a) 48 minutos, desde que o time B não esteja perdendo;

b) 49 minutos e meio, pois até os 48 o time B não conseguiu empatar;

c) 50 minutos, pois você só deu 3 minutos porque achou que o jogo estava morto. Como o time B esboçou uma pressão, você alonga um pouco mais esse tempo;

d) Depende. Quantos minutos e escanteios consecutivos o time B precisa para fazer um gol? Nesse caso, você nem precisa indicar que vai acrescentar mais algum tempo, basta deixar o tempo correr até que saia esse gol.

É rir pra não chorar.

Eu parei.

A exemplo do que escreveu o Felipe no início da manhã, eu desisti de escrever sobre o futebol em Santa Catarina. Depois do que aconteceu ontem, perdi qualquer esperança.

Adoro analisar esquemas táticos, posicionamento, escalações... mas quando isso passa pro segundo plano no esporte, algo está errado. Vou me ater a fazer brincadeiras e postagens mais "light". Analisar futebol, de verdade, só no brasileirão.

O pior de tudo isso é a consequência que ainda está por vir. Com a sequência de jogos que temos pela frente, não seria surpresa ficarmos atrás das Barbies na classificação final do turno e eles terem a condição de decidir em casa. E, quando isso acontecer, ninguém mais lembrará do roubo de ontem. Triste, muito triste.

Eu parei.

Quiz - Parte 1

Para mudar um pouco o foco desse dia pesado, vamos publicar algumas perguntinhas básicas sobre regras de futebol, para testar o conhecimento do nosso leitor sobre o assunto. Vai que você se torna árbitro, consegue apitar até não enxergar mais e ainda por cima pode ajudar seu time em jogos importantes. Impossível? Não no futebol catarinense...

Primeira questão, na verdade desdobrada em duas: Em uma situação hipotética, um jogador do time B (que já tem cartão amarelo) tem a bola dominada e, acossado por um jogador do time A, desfere uma cotovelada e um tapa no rosto desse. O árbitro marca a falta, ajudado pelo bandeirinha. Se você fosse o árbitro:

a) Marcaria a falta, a contragosto, pensando: "por que esse bandeira tem que me obrigar a apitar essas faltinhas? Preciso falar com o Dotô sobre isso...";

b) Marcaria a falta, mas se faria de morto e não daria cartão pra ninguém;

c) Não marcaria a falta e daria um esporro no bandeirinha. Afinal, ele não vê que o time B está perdendo? Quer atrapalhar a reação?

d) Marcaria falta para o time B, expulsaria o jogador do time A por estar atrapalhando a tentativa de reação e ainda faria a falta ser cobrada na meia-lua do time A.

Segunda parte, uma questão mais subjetiva: esse mesmo árbitro marca a falta, mas ignora as regras e não dá cartão para o jogador do time B. Nesse caso, esse árbitro é:

a) BURRO, pois desconhece as regras do esporte;

b) COVARDE, pois mora na cidade e teme a pressão do time B depois;

c) MAL INTENCIONADO, pois a expulsão acabaria com qualquer chance do time B no jogo e complicaria sua situação na tabela do campeonato;

d) TODAS AS RESPOSTAS ANTERIORES.

Por enquanto, é isso. Daqui a pouco tem mais.

Eu, torcedor catarinense, explorado e otário.

A jovem Cristiane F. que me perdoe, mas o tempo de drogados e prostituídos já passou. Hoje, o torcedor catarinense (quase todos) é um mero otário explorado. Nós, avaianos, mais ainda. Pagamos, no mínimo, R$60 para sermos enganados dentro da própria casa.

Chamusca tem toda razão. Não há motivos para levarmos o catarinense a sério. É gostoso ser campeão, contra tudo e contra todos, como no ano passado? É. Mas, vale o preço? Vale a pena continuar se enganando e dando corda para uma máfia que cresce a cada ano?

Como blogueiro, me pergunto se vale a pena continuar perdendo tempo escrevendo sobre futebol catarinense. Ainda bem que este blog tem mais três autores. Vou deixar a parte de opinião para eles. Para que perder tempo analisando jogos, jogadores, esquemas táticos, situações mil, se no fundo, nós todos somos apenas otários que financiam quadrilhas organizadas?

Vale a pena gastar neurônios para pensar se seria melhor Roberto ou Leonardo no ataque, se o gol da vitória será decidido no apito cirúrgico? Vale a pena ficar escrevendo textos conscientizando a ação de torcedores se quando vamos a campo a violência é instigada pela corrupção? Vale a pena comprar jornal, perder horas lendo notícias esportivas, se quem decide os rumos de uma partida deveria estrelar o Caderno Policial?

Querem opinião? A minha é: vão para casa e esperem o Campeonato Brasileiro chegar. Desistam do futebol catarinense. Não percam tempo, dinheiro ou o fígado. Não vale a pena. Vou me concentrar nos textos sobre história, pois não tenho vocação para otário. Não há o que analisar no futebol catarinense. Está tudo às claras e o que enxergamos é sujo e fede. Para os que ainda pensam em futebol, só resta o desânimo.

Se esta semana não for anunciada nenhuma atitude da Diretoria avaiana no sentido de afastar o caquético Luiz Orlando Scarpelli do futebol, nem que seja uma inútil - mas significativa - nota de repúdio que ao menos defenda a dignidade dos torcedores avaianos, novamente feitos de otários dentro da competição, eu desisto. Não há sentido continuar.

A palavra está com a Diretoria do Avaí.

Uma ofensa à inteligência.

Bem curtinha:

O Avaí reafirmou no site oficial a posição sobre a política de preços da campanha Sócio Coração.

Se quiser sentir o cérebro virar uma couve-flor dentro da cabeça para ter que aceitar estes "argumentos", acessa a notícia clicando aqui.

Não precisamos nem argumentar nada contra essa ofensa aos avaianos. Chega a ser ridículo...
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Numeração fixa, enfim

É de se comemorar a notícia de que o Avaí adotará, em breve, o chamado sistema de numeração fixa, que fará com que cada jogador do elenco avaiano tenha seu número de camisa próprio, bem como seu nome grafado no uniforme.

Embora se suspeitasse que a diretoria tomaria esta atitude em breve, somente esta semana houve uma declaração do presidente Zunino a respeito de tal, confirmando que o Avaí usará a numeração fixa.

Sempre defendi a medida em tela, por crer que a numeração exclusiva seria capaz de dar maior identidade ao jogador no clube, de fornecer melhor organização ao time e, principalmente, de alavancar a venda de camisas.

Quantos haveriam comprado, caso vigente o sistema de numeração fixa no ano passado, a camisa número 10 de Marquinhos? Vou além: Hipoteticamente, quantos comprariam, em 2008, uma camisa número 22 de Jeff Silva, nem que fosse pra fazer graça?

Alguns clubes brasileiros recentemente adotaram a mencionada estratégia, caso, dentre outros, do Vasco, São Paulo e Corinthians. Outros muitos estudam recepcionar esta medida.

Na Europa, onde se utiliza essa numeração desde os anos 80/90, alguns jogadores lendários serão lembrados pra sempre por seu número - raros alcançam, inclusive, a imortalização deste -, outros duram apenas uma temporada. Todavia, todos que ingressam no clube têm seu número fixado. No caso extremo de Thierry Henry, a venda de camisas deste, de número 14, pagou a sua contratação pelo Barcelona em poucas semanas. O torcedor que gosta do jogador quer um produto do jogador.

Ressalte-se que a numeração fixa não significa que números esdrúxulos serão corriqueiramente utilizados. O clube pode, inclusive, ditar parâmetros para a escolha dos números pelos atletas, evitando que estes optem por números altíssimos, fora dos padrões futebolísticos.

Em épocas passadas, onde o amadorismo na gestão do clube fazia com que por este passassem centenas de jogadores em um curto espaço de tempo, seria inviável a adoção deste sistema de numeração. No entanto, hoje em dia, com uma política mais sólida de contratação e a maior manutenção de elenco, acho que a medida é muito bem vinda.

E aí, vai querer comprar a camisa n. 4, de Émershow; a n. 9, de Vandinho; ou a n. 18, de Roberto? Só uma ressalva: a número 12, sabe-se, ninguém poderá usar, pois pertencente, de forma vitalícia, à massa avaiana!

Vingaremos 1999!

César Silva, Zelão, Altair, Wesleyr e César Souza; Dirlei (Jacaré), Régis, China e Fantick (Rogério); Cley e Dão.

Esta foi a escalação do Avaí, com as respectivas substituições, que enfrentou o Coxa, no Paraná, em 1999, em jogo válido pela Copa do Brasil.

Hoje, novamente pelo torneio mata-mata da CBF, enfrentamos o Coritiba, com a oportunidade de vingar aquele time que foi assaltado em território paranaense.

Que torcedor alviceleste não lembra do gol de Jacaré, vergonhosamente invalidado pelos árbitros do confronto sem qualquer razão, que daria a classificação ao Leão da Ilha?

É hoje! Vai pra cima deles, Leão!

Já começa um a zero pra nós!

Vendo a relação de atletas para o jogo de hoje, a grata surpresa: JANDSON não foi relacionado!!!

Obrigado, Senhor! Já começamos a ganhar o jogo...

OBS.: Essa é apenas uma postagem curtinha pra descontrair entre as postagens sérias do Felipe... Já, já estará no ar a segunda parte de "Ao Avaí, tudo! Do Avaí, nada!". Não perca...

1 ano de Infoesporte

Pode parecer média, pode parecer pouco, mas o fato é que o portal Infoesporte revolucionou a cobertura esportiva de Santa Catarina, antes restrita a entradas esporádicas e programas esportivos via rádio, ao caderno de jornais que requentavam notícias velhas e a programa televisivos em horários deficientes.

Hoje, aqueles setoristas que sempre foram os reais produtores da notícia são mais valorizados e autônomos, possuem a notícia e a publicam sem intermediários e sem atrasos, on line, no instante em que elas surgem, a qualquer hora do dia e ao alcance de qualquer amante do futebol, em qualquer parte do mundo, via internet. Parabéns a todos os jornalistas que contribuem com o portal e que seja o primeiro de muitos anos de vida.

Aliás, quem quiser ganhar uma camiseta, pode participar da promoção de aniversário do site, clicando AQUI!
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Novo velho vidAvaí.


Tá vendo essa nova "cara" do VidAvaí? É nosso novo layout.

Tava difícil acompanhar o blog com tantos assuntos e tantas mãos escrevendo, né? Agora ficou fácil. É só ver o que mais interessa com praticidade!

Com o tempo nós também iremos acostumar com esse novo formato, alguns deslizes vão acontecer, mas queremos saber: assim será melhor?

Vota na enquete ao lado e diz o que acha do novo vidAvaí!

Abraços,
Rafael Vidal Eleutério.

Atualização:

O template "antigo" foi recolocado. A rejeição ao "novo" foi quase que completa.
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Chamusca está certo.

"(...) estamos ganhando e convencendo, porque na medida em que você ganha, conquista os pontos e vai mantendo 100% de aproveitamento no Turno eu não posso dizer que a minha equipe não está convencendo em nenhuma hipótese."
Péricles Chamusca

Como discordar do técnico do Avaí? A campanha, apesar do jogo feio e do sofrimento que está sendo pagar tão caro para ver um nível tão baixo, é a melhor de todos os tempos - o Felipe pode me corrigir, mas ter somente uma derrota até março é algo digno de grandes times que o Avaí já teve. Parece é que o Avaí está fazendo gol quando quer e ganhando naturalmente as partidas, praticamente sem risco. Se um técnico vive de resultados, e não do jogo bonito, ele está eficiente até demais.

Mas, se a lógica do Chamusca é essa e ela está correta, então deve ser seguida à risca contra o Coxa. Vencer o Coritiba é obrigação para quem tem 100% de aproveitamento e está ganhando e convencendo, não?

Prova de fogo do Avaí. Pela primeira vez no ano, um time muito bem estruturado para enfrentar. Pela primeira vez no ano uma situação para mostrar como será o ano dos avaianos na Série A.



Cleyton, homem do jogo.

E Cleyton foi o nome do jogo da vitória avaiana por 1 a 0 contra o Criciúma, sábado, na Ressacada. Aos 20 anos, o carioca de Cantagalo tinha feito seus pais chorarem só por ter anunciado que seria relacionado para o banco de reservas. Imagina então a emoção - do jogador e da família - quando o zagueiro entrou como titular e marcou o único gol da partida. Irmão de Marquinhos Jr. - uma promessa de volante talentoso, ex-revelação da Série B que se perdeu, por algum motivo, em algum momento da carreira - Cleyton pode chorar e abraçar a família. Fez sua parte e fez jus a centenária camisa 4 que vestiu.
(Foto: Flávio Neves.).

Justiça? Presente!

O placar foi magro, mas o que vale são os três pontos na conta. Já para a equipe do Justiça Presente, que atuou no jogo Avaí x Criciúma neste sábado, o que conta é mais uma tarde sem o registro de ocorrências, mostrando que torcedores estão conscientes de que qualquer delito que praticarem no jogo poderá causar prejuízos ao clube. Na foto: Narcizo Andrade (técnico em informática), Eduardo Medeiros de Sá (motorista), Dr. Davi do Espírito Santo (promotor com seu filho Otávio), José Tiago M. de Albuquerque (servidor do Tribunal de Justiça) e Dr. Clóvis Marcelino dos Santos (juiz).

O público na Ressacada, por Eduardo Santos!

E o amigo leitor Eduardo Santos nos envia uma bela análise sobre os fatores que influenciam a presença de público na Ressacada. Obrigado, Eduardo, continue colaborando conosco! O texto é interessante e merece ser exposto:
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No futebol atual, ou como alguns gostam de chamar “futebol moderno”, uma das maneiras de proporcionar ganhos financeiros para o clube é fidelizando o seu cliente, o torcedor. Artigo publicado no site Universidade do Futebol fez um estudo sobre o que atrai e afasta o torcedor do estádio.
No Brasil fica claro que a violência é o que mais afasta as pessoas dos estádios e na ressacada não é diferente, porém, há também outros motivos que influenciam a presença do público, como:

· Tempo e dinheiro
· Estacionamento
· Entretenimento
· Time competitivo
· Espaço físico e limpeza
· Serviços oferecidos

Por tempo entende-se que jogos com horários absurdos como às 22:00h de um dia de semana, sendo que no outro dia as pessoas acordam cedo para trabalhar ou estudar. O dinheiro corresponde ao que hoje acontece com o Avaí, os preços praticados não condizem com a renda de uma grande parte da torcida, muitos torcedores estão ficando de fora da festa por não conseguirem arcar com todas as despesas de um jogo, e não é apenas o ingresso, contabiliza-se aí a gasolina, o estacionamento, o churrasquinho de gato, o refri. Para quem leva os filhos fica quase impossível.


Por estacionamento, a acessibilidade e a proximidade dele com o estádio. O estacionamento em si é amplo e próximo ao estádio, mas o que dizer da acessibilidade da Ressacada? Para quem vai de São José, que é o meu caso, só há um acesso que é pela Diomício Freitas, sendo que antes você tem que passar pelo trevo da seta, que em jogos maiores torna-se um inferno, coloca na conta uma hora se for de carro.


Hoje os avaianos já estão mais espertos neste aspecto e conseguem contornar este problema, apareça na ressacada num domingo de jogo às 10 da manhã, a avaianada já está com a carne assando na brasa e tomando a sua cervejinha, porque ninguém é de ferro. No retorno para casa é outro teste para cardíaco, quem sai cedo ainda é chamado de pijama, se sair depois do apito final é mais uma hora e meia até chegar em casa.


Por entretenimento fala-se em integração com amigos, sabemos que é comum a torcida avaiana chegar com algumas horas antes do jogo. Em 2009 foi criado pelo Avaí um evento chamado “Na Concentração com o Leão”, onde os torcedores tinham a sua disposição o restaurante do clube, ali eram realizados shows com muita comida e bebida, torcedores de outros clubes eram recebidos com muita alegria.


Time competitivo é o que vemos à no mínimo três anos no Avaí, quanto mais o time ganha e compete com igualdade com os maiores clubes do campeonato, mais o torcedor irá comparecer, isso é básico no futebol e qualquer garotinho sabe. Essa é a melhor hora de fidelizar um torcedor de momento, aqueles que só vão ao jogo quando o time está bem.


Espaço físico e limpeza, alguns fatores como largura dos corredores e da disposição dos assentos e banheiros favorecem, porém confusões na entrada e na saída geram um desconforto que pode afugentar o público. A estrutura do estádio está passando por transformações, desde 2007 ganhamos alguns assentos a mais, cobertura no setor D, novos banheiros, entre outros.

A qualidade dos serviços deixa a desejar, os bares não contam com boas estruturas, os preços geralmente são altos e os funcionários são despreparados. Para que o nosso estádio gere recursos, não adianta apenas majorar ingressos e esperar que a torcida pague o time. No futebol moderno o cliente do clube não quer apenas para ir apoiar o time, pois, como consumidor quer ser bem tratado e quer que o produto que ele está consumindo supere suas expectativas.


Quais fatores você acha relevante nessa corrida maluca que é a conquista do cliente, no caso o torcedor? O que você acha da estrutura do Avaí de acordo com os fatores levantados neste tópico?

( Fotos: Blog De Virada, Futebol SC.).

Treino é jogo!

Peguei a bela imagem no blog Avaí de Bike! Dia 23, 16:00 horas, todos os caminhos levam a Ressacada! Vou levar minha bandeira, com paz e alegria no coração, para incentivar o nosso time a ser campeão! Se o Avaí vai treinar, eu vou!
(Arte: Hermes Daniel, Comunidade do Avaí no Orkut.).

Quero o futebol de volta!

Quando eu era criança e adolescente, lá pelas décadas de 70 e 80, era muito mais gostoso ser torcedor de futebol. Alguns chamam de "época romântica", eu prefiro denominá-la "época esportiva". Sim, porque o que chamam de futebol atualmente tem muito pouco de esporte.

Naquele tempo, torcíamos pelos nossos times e apenas por eles. Não queríamos saber das negociatas, das falcatruas, das jogadas de bastidores, das parcerias. O time sendo campeão era o que nos bastava. Acreditávamos no amor à camisa, no comprometimento e no fio de bigode.

Nos dias seguintes aos jogos, discutíamos esquemas táticos, atuações, gols, defesas, arbitragens... éramos felizes e não sabíamos. Hoje, em um paradoxo incompreensível, com muito mais acesso à informação do que antes, não discutimos mais FUTEBOL. Só o que se lê é sobre parcerias, contratos, negócios, patrocínios masteres, arenas etc etc etc. De futebol mesmo, dentro de campo, pouca coisa.

Se o jogador A joga, é imposição da parceria para colocá-lo em exposição e o técnico é medroso; se não joga, a parceria só traz perna-de-pau e o técnico é birrento e burro. Se um time é mantido, é se contentar com pouco; se é desfeito, não sabemos segurar os talentos. Se a camisa tem dezoito patrocinadores, é vulgarização do "manto sagrado"; se não tem nenhum, não houve competência para atrair dinheiro das empresas.

O torcedor está mais preocupado em saber por quanto foi vendido o atacante Manequinha para o Ruindense do que saber que o Zequinha está destruindo nos treinos e vai ser titular.

Sinceramente, cansei disso tudo. Quero meu futebol de volta. Quero discutir FUTEBOL, quero torcer, vibrar, me emocionar, chorar com as vitórias e as derrotas do meu time. NÃO QUERO discutir marketing, negócios, contabilidade e outros assuntos tão chatos quanto. Quero acreditar que o futebol ainda pode ser apenas um jogo. Falta pouco para desistir dessa utopia, mas quando não acreditar mais nisso, paro de vez.

Por favor, devolvam meu futebol, que ficou perdido em algum lugar entre um "patrocínio-master" e um "planejamento estratégico".

Hora de honrar, mais uma vez, estas cores, este clube.

Se colocarmos mais público na Ressacada no treino que se aproxima, dia 23, do que em qualquer um dos jogos deste Campeonato Catarinense, será que o senhor Zunino dirá que o treino só lotou devido ao feriado? Ou talvez o presidente reafirme que o torcedor é exibido e não dá bola para o campeonato, só quer saber é de vencer o Figueirense?

Veremos qual a próxima desculpa do patrono avaiano. O certo é que lotaremos a Ressacada apoiando o Avaí Futebol Clube num mísero treino. Para os descontentes, esta é a oportunidade: são mais motivos para ir ao treino do que para ir ao jogo - admitir isso seria uma completa vergonha para quem comanda o Avaí hoje.

A questão agora é de honra. Apoiar o Avaí dia 23, 16h, virou questão de honra - para que ninguém duvide de que nossa paixão não arrefece, mesmo expulsos do nosso Templo Sagrado. Muitos dos jogadores do atual elenco não conhecem a verdadeira torcida avaiana, aquela que salvou o time da série C em 2007, empurrou ao acesso em 2008 e o impulsionou ao sexto lugar do maior campeonato nacional do planeta sem pedir nada além de raça e vergonha na cara.

Aí, talvez, a diretoria abra os olhos para a imensa nação alviceleste esquecida nas ruas usando suas camisas caras de números desbotados - e que mal reconhecerá a bela Ressacada quando nela novamente pisar, nem que seja somente para dar um sincero "Vamo vamo Avaê!" disfarçado de um "até logo, nos vemos num próximo treino, ou numa cidade próxima".

Seria só ridículo, não fosse abjeto

Em visita ao sítio eletrônico da Federação Catarinense de Futebol, a entidade que comanda o futebol (nem tão) profissional em Santa Catarina, caí na gargalhada ao me deparar com o banner ostentado na parte superior da página.

Neste, ao lado do logotipo da Federação, há o revezamento de várias fotos, que ficam mudando sozinhas. O choque, no entanto, fica por conta do teor das imagens, que, em sua maioria, exaltam a figura de Delfim.

Destaque à montagem do meio. Seu título poderia ser "São Delfim, o padroeiro do futebol catarinense"
(Clique para ampliar)

Não bastasse, percebo que a sessão "Fotos" do portal em comento fora transmutada numa espécie de fotolog pessoal do dito cujo. Hilário, pensei. Nem o site de Cuba chega a tal ponto.

Após um momento de reflexão, no entanto, não vi mais graça, quedando-me horrorizado: a exacerbada vinculação da imagem de Delfim à instituição em apreço não é apenas motivo para constrangimento alheio ou boas risadas, mas principalmente para lamento.

Não que eu esperasse grandes coisas do atual - pretérito e futuro, pelo visto - presidente da entidade, mas creio que poderia haver, ao menos, respeito aos mais evidentes preceitos éticos que deveriam nortear a atividade administrativa do gestor de uma associação - dentre os quais a cara impessoalidade.

Em decorrência da antidemocrática sequência mandatária de Pádua Peixoto Filho, o qual permanece na presidência da FCF desde 1985 (!), a mencionada entidade já não possui mais identidade autônoma. A imagem de Delfim confunde-se à da Federação, como se aquele fosse o proprietário desta.

Trata-se, sem dúvida, de um dos excrementos da época varzeana do futebol nacional, quando a adoção de premissas monarquistas era a regra... Hoje, a exemplo do passado, o que vemos é isto: reiterado impudor e descaro.

Conselheiro porque pago?

Continuando com o indagamento sobre o mérito de representar a torcida avaiana ao custo de 230 reais por mês, recebemos comentários que merecem destaques. Procurei não distorcer a intenção de cada um deles, mas somente pegar as partes que podem colaborar na discussão.



Felipe Matos
Só acho que R$230 é barato, já que tem direito a duas cadeiras + estacionamento de graça. Um sócio comum pagaria R$200,00 por esses benefícios, logo, o direito a voto no Avaí vale R$30,00 mensais.
Ismael
Ao meu ver, poder de voto por R$230,00 é barato para essa minoria da população. Resta saber se esse poder é grande assim ou como comentou o colega acima, não passa de algo decorativo. Conselheiro eleito por sócio levaria a compra de voto, voto obrigatório, campanha política e todas as sacanagens que já vemos fora do futebol no nosso dia-a-dia.

Guto Atherino
Os sócios com mais de um ano no quadro e que estão quites com o clube podem se reunir em chapas (que tem um mínimo de inscrições. Se não me engano este número é de 200, ou 150) e concorrer nas eleiçoes. O número de chapas concorrentes é ilimitado. E todo e qualquer sócio com mais de um ano no quadro e seus deveres quites com o clube pode comparecer e votar na chapa de conselheiros que quiser.


Saiba o que diz o Estatuto do Avaí Futebol Clube:

Art. 44. O Conselho Deliberativo é o órgão de manifestação coletiva dos associados, constituído de associados maiores de 18 (dezoito) anos, devidamente associados ao Avaí F.C. há, pelo menos, 1 (um) ano, e em pleno gozo de seus direitos estatutários, eleitos pela Assembléia Geral, para o mandato de 4 (quatro) anos, e será composto por:


a) membros natos; b) membros eleitos.

Fica a dúvida: todo e qualquer sócio dentro das condições citadas pelo Estatuto podem ser eleitos como Conselheiros sem precisar pagar R$230,00 mensais? Algum jurista pode nos ajudar a interpretar o Estatuto?

E a discussão continua...

Zé Carlos, o melhor em campo

Ele começou um pouco acuado com o novo ambiente, mas aos poucos vai saindo da moita. Ontem, foi o melhor em campo, defendeu pênalti e garantiu a supremacia avaiana na partida, com vibração e muitos gritos com a zaga centenária, bem ao estilo que o consagrou no Criciúma e que estava fazendo falta em suas apresentações no Avaí. José Carlos dos Anjos Sávio nasceu em Criciúma (1985) e profissionalizou-se no Tigre em 2004. Até o ano passado foram 167 partidas com a camisa do Criciúma, segundo dados do Wikipédia. Foram mais umas tantas partidas com a camisa do Paraná Clube até chegar ao Avaí e agora tentar marcar seu nome na história do Leão da Ilha defendendo a meta de Boos, Adolfinho, Joceli, Zé Carlos, Rubão, Ubirajara, César Silva, Martini, Carlão, Fossati... Se o time ajudar, tem tudo para conseguir. Parabéns, Zé Carlos!

(Foto: Reprodução INfoesporte.).

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Conselheiro porque paga mais.

O Avaí Futebol Clube, regido pela batuta do senhor João Nilson Zunino, é também avalizado por um seleto grupo que paga 230 reais por mês para ter direito a duas cadeiras nas arquibancadas sociais da Ressacada, assim como estacionamento e uma coisinha menos importante, ao menos na prática, pelo que vimos em 2010: poder de voto.

Quando surge algo de grande poder de impacto no futuro do Avaí, somente quem pode votar pela aprovação ou pelo veto das propostas do "executivo", aquele regido pelo senhor Nilson Zunino, é o Conselho Deliberativo. Missão que inclui dar o parecer sobre as contas do ano que passou e também avaliar as medidas para as contas do ano em vigência fechem. Logo, não tenha dúvidas: os novos planos de associação, junto com seus preços absurdos, passaram pela aprovação Conselho.

Portanto o Conselho Deliberativo não poderia ser feito por qualquer pessoa com condições de pagar 230 reais mensalmente ao Clube.

Sinceramente, não necessito nem de argumentos fortes, é algo muito intuitvo. Pense rapidamente, demoradamente, como quiser: a torcida avaiana é imensa. Todas as classes sociais fazem parte dela. Todos são afetados pelas decisões administrativas que passam pelo crivo do Conselho Deliberativo.
Assim, os integrantes do Conselho deveriam ser eleitos pelos sócios.

OU NÃO?

As respostas mais pertinentes serão anexadas ao post principal para fomentar a discussão.

Justiça? Presente!

Tudo tranqüilo na Ressacada, embora a torcida tenha saído emburrada com Chamusca. É que não foi registrada nenhuma ocorrência pela equipe do Justiça Presente, demonstrando que o programa está dando resultados positivos em todos os jogos do Campeonato Catarinense 2010. O projeto Justiça Presente é uma iniciativa do Tribunal de Justiça de Santa Catarina com o apoio de outras instituições e entidades (MP, OAB, PM, PC e Federação Catarinense de Futebol), que busca trazer a paz e a ordem nos estádios do futebol catarinense. Na foto: Dra. Andréia Regis Vaz (juíza), Mário Alexandre da Silveira (motorista), Dra. Giovana Depizzolatti (delegada), Narcizo Andrade (técnico em informática) e José Tiago M. de Albuquerque (servidor do Tribunal de Justiça).

Zé Acácio, de novo.

Já está ficando chato a quantidade de vezes que os blogs avaianos citam o nome de José Acácio da Rocha, sempre criticando suas atuações. Mas é realmente difícil não mencionar esse que é, de longe, um dos piores árbitros catarinenses em todos os tempos. E olha que já passou gente ruim pelos quadros da Federação, mas Zé Acácio consegue se superar a cada semana.

Todos lembram do pênalti absurdo sobre o Medina que ele não marcou na final do turno em Joinville. O jogo estava 1 a 0 pra nós e fazer o segundo ali nos daria o título. Para dar pênalti para o Avaí, parece que tem que ser assassinato. E aí, podem até dizer que é critério dele, que não marca qualquer coisa, etc. Mas não é bem assim.

Ontem, na homérica pelada em que nosso co-irmão venceu o Brusque por 5 a 3 (placar de futebol suíço entre casados e solteiros), Zé marcou nada menos que TRÊS pênaltis, dois obviamente pro time da casa. Desses três, os dois últimos foram extremamente duvidosos, pra não dizer que nem foi pênalti. Mas ele marcou com uma convicção de dar inveja, seguro que estava da penalidade (aliás, só marcou o pênalti pro Brusque porque o jogo já estava 4 a 1).

Fico impressionado com a facilidade que esses cidadãos de preto tem para apontar pênaltis pro time das letras e, ao mesmo tempo, a dificuldade em marcar pró-Avaí. Parece que eles têm uma coceira, que basta um jogador alvinegro ameaçar cair perto da área, pronto: pênalti! Em duas partidas do returno, eles marcaram 7 gols, TRÊS deles de pênalti. Teria começado oficialmente a campanha "Salvem o Figueira"??

E o Avaí não toma uma providência oficial a respeito. E assim, como provocação explícita da FCF, vamos ter que aturar o Zé por mais não sei quanto tempo. Nos joguinhos mixurucas, como esse de hoje contra o Juventus, colocam um zé mané qualquer. Esperem um jogo mais complicado e voilá: la estará Zé Acácio, como um espectro a nos assombrar. Cadeia nele!

Quem é Leonardo Henriques?

As rádios da Capital noticiaram, no decorrer da Terça-feira, que o Avaí contratou mais um jogador para 2010.

Tratar-se-ia do zagueiro Leonardo Henriques da Silva, cria das categorias de base do Guarani, de Campinas, que vinha atuando no futebol japonês desde 2004, vestindo a camisa do Montedio Yamagata por 6 temporadas consecutivas.

Nesta equipe, Leonardo, que normalmente ocupava a titularidade, disputou por cinco vezes a segundona japonesa - conquistando o acesso em 2008 - e por uma vez a divisão de elite daquele país. Foram, no total, 221 jogos oficiais pela equipe nipônica, trajetória esta que o fez um dos símbolos do time de Yamagata.

De acordo com relatos de torcedores do Montedio encontrados na rede, Leonardo é um zagueiro de medíocre velocidade, mas muitíssimo bom no jogo aéreo, seja este na defesa ou no ataque, e detentor de uma força física impressionante. Marcou, em sua passagem pela terra do sol nascente, 11 gols.

O defensor, que tem 27 anos e 1,85m de altura, acabou por deixar a equipe ao fim de seu contrato.

Muito provavelmente, Leonardo é indicação de Péricles Chamusca, ex-treinador do Oita Trinita, também do Japão. Confiemos no homem, então!

A volta de Sassá Mutema

A Salvação do Futebol vem do passado, mas é atual como nunca. Ao menos em Criciúma. O mês de março começou com notícias alvissareiras para o Tigre, com a posse de seu novo presidente, Antenor Angeloni. Saudado por torcedores e conselheiros com um baita foguetório, era como se o Criciúma acabasse de ter conquistado um título.

O novo salvador da pátria é um senhor milionário que há 26 anos não pisava no Heriberto Hülse para assistir um jogo. Angeloni abriu o coração. "Só aceito retornar pois ninguém teve coragem. E isso não é função para um homem de 75 anos como eu". Justificou sua ausência se referindo a uma mágoa. "Na minha última gestão, me abandonaram. Paguei toda a dívida sozinho e ainda me tomaram quatro jogadores. Dali em diante decidi não voltar. Se eu ficar amargurado de novo, eu saio".


Diz que tem empresários do seu lado que o farão levantar R$ 3 milhões. Já colocou 400 mil na conta para pagar as dívidas mais urgentes. Não sei se o dinheiro entrará como doação ou se como empréstimo, mas o que fica claro novamente é que a falta de profissionalização dos clubes, em pleno 2010, ainda nos faz soltar foguetes com velhinhos apaixonados pelo futebol, mesmo num clube campeão da Copa do Brasil, dos Brasileiros da Série C e B e tantas vezes campeão estadual.



"ieu?".

Alguns mais, outros menos, mas todos os presidentes avaianos - da fundação até à atualidade - foram um pouco Sassá Mutema. José Amorim levava o uniforme dos jogadores para sua esposa lavar em casa e empenhava seu ordenado - e o da esposa - para cobrir as dívidas do Avaí sem nunca ter reavido um centavo. Na última vez em que esteve no Adolfo Konder saiu de campo vaiado. Sem dinheiro para contratações, Amorim havia se tornado técnico da equipe e todos os seus mais de 15 anos à frente do Avaí desapareceram com as vaias. Desgostoso, nem na inauguração da Ressacada esteve, passando os últimos anos na Praia do Sonho.

Pico investiu carros de sua loja para ver o Avaí campeão estadual de 1988 e em 1992 chegou a hipotecar a casa onde morava. Dilmo Pires oferecia seu restaurante no Campeche como refeitório. João Salum estabeleceu em sua loja de tecidos o front da resistência avaiana e nem devolvia a chave da sede, pois sabia que quando o pepino crescia era à ele que os avaianos recorreriam. Zunino tirou dinheiro do bolso e pediu empréstimo em nome de sua empresa para levar o Avaí à Série A e hoje sonha com um clube auto-sustentável.

Zunino sonha em aposentar a família Mutema da Ressacada. Quer um bom patrocinador master para a camisa do time, quer entrar no Clube dos 13, faz afagos a Fábio Koff e Delfim, tem o apoio da Unimed, quer mais sócios, quer mais camarotes vips, quer transformar a Ressacada num centro empresarial aproveitando a proximidade com o Aeroporto e implantar inúmeras ações para que a figura do Presidente Mártir fique no passado, ou pelo menos que a mordida seja mais suave.

Nesse ínterim cometeu erros como a insistência em empresários de atletas aproveitadores na era pré-L.A. Sports e continua a cometer erros como a equivocada campanha Sócio Coração, que começou errada desde o início e que ainda causa antipatia em grande parte da torcida. Com a experiência dos últimos nove anos, Zunino deve saber que é muito difícil acertar em tudo e mais difícil ainda é sepultar a família Mutema do futebol, uma família não muito numerosa, mas que sobrevive ano após ano em sua rotina masoquista de exames no Laboratório Santa Luzia e compras no Hipermercado Angeloni.

Efeito borboleta

"Efeito Borboleta" é um termo que tem relação com a Teoria do Caos. Segundo a Wikipédia, uma alegoria comum para essa teoria é: "o bater das asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo". Em outras palavras, um acontecimento aparentemente insignificante pode ter consequências imprevistas. Há inclusive um ou dois filmes sobre o assunto.

Muito bem, e onde quero chegar com esse papo? Simples: na segunda rodada do turno do campeonato catarinense, fomos jogar contra o Juventus em Jaraguá do Sul. Na época, com time B, o empate foi considerado um bom resultado, já que os reservas estariam "entregando" quatro pontos para o time principal estrear na rodada seguinte.

Pois bem, um acontecimento insignificante, mas que mostrou suas consequências depois. Por causa desse empate, o Avaí teve que decidir o turno na Arena Joinville e o final todos sabemos. Não estou dizendo que venceríamos se o jogo fosse na Ressacada, mas as chances seriam bem maiores. O pobre Juventus conseguiu apenas dois pontos no turno: esse contra o Avaí e outro na última rodada, contra o Atlético-IB, que tirou dos atleticanos a chance de ficar em segundo e decidir a semifinal em casa, onde haviam goleado o Avaí poucos dias antes. Como resultado, levaram uma sapatada em Florianópolis e foram eliminados.

Vou mais longe: SE tivéssemos vencido o fraquíssimo Juventus lá, nossas chances de ganhar o turno seriam maiores. Poderíamos poupar jogadores no returno, poderíamos preparar melhor o grupo para a Copa do Brasil, onde um dos possíveis adversários futuros é o Grêmio, de Paulo Silas. Esse mesmo Grêmio venceu o turno do campeonato gaúcho e pode se dar ao luxo de poupar o time para a Copa do Brasil. Já o Avaí, graças àquele empatezinho sem vergonha em Jaraguá, não pode...

Pra terminar, o alerta que quero deixar: nunca subestime qualquer partida, por mais fraco que seja o adversário ou insignificante que seja o jogo. Lá na frente, uma vitoriazinha aqui ou um golzinho a mais de saldo ali podem - e vão - fazer a diferença. Amanhã, receberemos o Juventus na Ressacada. Se a lição foi bem aprendida, é dia de vencer e bem, atacando e se esforçando até o último minuto de jogo, sob pena de vermos um novo "efeito borboleta" pelos lados do sul da ilha.
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O Zé Buscapé avaiano

Particularmente, não sou um aficcionado pelo esquema tático 3-6-1, que o Avaí empregou no Brasileirão de 2009 e vem repetindo no atual catarinense. Até entendo que possa funcionarestadual, para encarar "potências" do porte de Atlético-IB, Metropolitano ou Brusque é de doer os olhos.

E, antes que venham me dizer que o esquema avaiano é na verdade um 3-5-2, quero lembrar que o Sávio não é atacante, embora já tenha sido. Pelas características que apresenta, o atleta é meia avançado, quase um antigo "ponta-de-lança".

Mas, na verdade, não é propriamente o esquema que desejo comentar nesse post. Quero falar mesmo é do "1" desse 3-6-1 ou, em nosso caso específico, o ZERO mesmo (por vezes, até "menos um"). Se já está difícil de engolir a lentidão Leonardiana por jogos a fio, ter que assistir 90 minutos inteirinhos de Jandson é de acordar úlceras há muito curadas.

Esse menino deve arrebentar nos treinamentos, fazendo gols incríveis. Não vejo outra explicação para que todo técnico que passa por aqui - nosso ídolo Silas incluído - elogiá-lo e resolver dar uma chance pro cara. Meu Deus, ninguém vê que ele não acerta UMA ÚNICA JOGADA a partida inteira? Que ainda atrapalha algumas boas jogadas avaianas? Que tem uma sonolência digna de um Zé Buscapé (pra quem é mais novo, é um urso de desenho animado que vivia dormindo e resmungando).

Como eu já falava sobre o Luís Ricardo, de nada saudosa lembrança, ainda há tempo para o Jandson. O CEPU oferece uma série de cursos técnicos e penso que aceita matrículas para 2010. Que alguma boa alma oriente esse menino e o mande estudar, porque quem disse a ele que poderia ser jogador de futebol profissional foi de uma maldade sem tamanho. E o pior é que ele acreditou!

Meu time joga no 3-6-0, se for o caso, com um jogador a menos, mas SEM JANDSON, pelo amor de Deus! Acorda, Skavurska!
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VidAvaí em fase de crescimento!

E o blog tem mais um integrante! Nossas boas vindas ao Marcelo Herondino Cardoso, o hour concurs do "Quem adivinha", título conquistado quando o Marcelo conseguiu identificar o zelador do Adolfo Konder numa foto, informação confirmada pela enciclopédia avaiana Spyros Diamantaras. Marcelo não ganhou o cheque do Banco Redondo na competição do ano passado, mas conquistou o direito de escrever aqui no blog como consolação!

Esquadrão Classe A (de Avaí).

O Marcelo era a mente brilhante por trás do blog Mundo Avaiano. Acrescente aos cinco aí de cima o Douglas Martins, o elemento surpresa do blog, que poderá aparecer em qualquer momento (ou nunca...)! Para saber o que cada um escreveu aqui no blog, basta conferir abaixo do título de cada postagem, onde está escrito: "Postado por...". Seja bem vindo, Marcelo!

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Placar da Ressureição


Ano passado Ferdinando nos deu a vitória sobre o Grêmio por 1 a 0, na Ressacada, com um golaço de falta. Tipo esse que ele fez ontem, que deu o título do turno ao Grêmio e calou - de novo - os seus críticos. A Paixão de Ferdi, em cartaz agora no Rio Grande do Sul.
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