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Ricardinho, uma boa estreia
Sou bastante crítico com técnicos de futebol, o que não quer dizer que sempre acerte na avaliação. Tenho sérias restrições com treinadores que trabalham só na base do grito e do "vamo, vamo" (Sérgio Ramirez, Toninho Cecílio e Benazzi são exemplos clássicos), bem como com aqueles sonolentos, para quem parece que tudo está bem mesmo que o mundo desabe sobre suas cabeças (Sérgio Soares, só pra ficar no mais recente).
Também não me agradam os que mostram, nas entrevistas, pouco conhecimento do esporte. São aqueles que não cansam de repetir que "o time está evoluindo" e "vamos continuar trabalhando" quando todos à sua volta vêem que a evolução está sendo pro lado contrário.
Por outro lado, aprecio treinadores que sabem ser ponderados, mostram conhecer esquemas táticos e opções de mudança de jogo, mas também dão uns poucos gritos quando necessário. E que não se contentam com pouco nem se conformam com empates medíocres. Aceitam o resultado porque faz parte do jogo, mas não se mostram satisfeitos com ele. Mais que isso, têm coragem para fazer mudanças pouco óbvias e não jogam pra torcida. Silas se encaixa nessa categoria, sob minha ótica. E Ricardinho também.
Não estou dizendo aqui que Ricardinho terá o mesmo sucesso de Silas no comando avaiano, nem seria leviano a esse ponto. No futebol, os resultados dependem de uma série de fatores que não passam exclusivamente pela competência dos profissionais, embora essa seja essencial para consegui-lo. De qualquer forma, o novo comandante mostra características que me permitem acreditar em dias melhores para o torcedor do Leão.
Na entrevista coletiva pós-jogo contra o Criciúma, Ricardinho não se omitiu. Reconheceu falhas no seu time, identificou características de jogadores que não combinavam com o estado do "relvado" e fez as mudanças corretas. Não venceu porque o futebol não é uma ciência exata, mas esteve muito próximo da vitória. Deu ao time as condições para buscá-la, ainda que não tenha obtido êxito. Poderia simples e convenientemente ter creditado o empate à atuação da arbitragem, já que tinha todos os ingredientes para tal. Mas não o fez. Reconheceu o erro do mediador da partida, mas também a incompetência do seu time para o triunfo. Poderia ter ficado nas arquibancadas assistindo à peleja, já que chegou em Florianópolis na véspera. Mas preferiu treinar o time sob chuva e ir pra beirada do campo comandá-lo, como se espera de um profissional que não se omite.
Particularmente, eu já tinha apreciado o trabalho de Ricardinho à frente do Paraná Clube em 2012, em sua primeira experiência como treinador. Conseguiu fazer um time quase medíocre ter apresentações interessantes. Sobre o Ceará, não posso opinar pois não acompanhei o trabalho, embora os resultados não tenham sido bons.
Não dá pra garantir que ele levará o Avaí às finais do Catarinense. Nem que será o treinador na Série B. Mas torço sinceramente para que tenha vida longa à frente do mais vezes campeão. Competência pra isso ele tem, basta deixarem o homem trabalhar - e, claro, oferecerem "mão-de-obra" qualificada para tal.
Ópio Azul: Ignorando o Presente. Por Filipe Calmon*
Assim, enquanto a matemática permitir, o Leão da Ilha segue omitindo os erros e desviando o foco da imprensa, do torcedor e até internamente.
Tudo em nome da paixão.
E se o Avaí escapar, a frase está pronta: “Esse Avaí faz coisa”.
E ai daqueles que ousaram em duvidar e que levantaram pontos negativos do trabalho do Avaí Futebol Clube na temporada 2011.
Serão os apocalípticos de Belzebu, quiçá: espias alvinegros!!
Refrescando a memória:
Até a terceira rodada do Campeonato Brasileiro, o Avaí era dirigido pelo técnico Silas. Na estreia da competição, a derrota por 4 a 0 para o Flamengo pouco importava já que o time estava na semifinal da Copa do Brasil.
A eliminação veio poucos dias depois e, em seguida, a segunda partida pelo campeonato; também a segunda derrota. A culpa, segundo o treinador, era dodesgastante processo de remontagem do elenco.
Antes fosse só de jogadores, pois, após a derrota para o Santos por 3 a 1, Silas se despedia do time rumo ao Qatar.
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Assumiu Edson Neguinho, interinamente e veio o primeiro ponto na competição ao empatar em 2 a 2 com o América Mineiro na Ressacada.
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Dias depois, Gallo era apresentado com a missão de tirar o Avaí da lanterna do Brasileiro.
Com Gallo no comando, o time demorou mais cinco partidas para conquistar a primeira vitória no Brasileiro. Ela só veio contra o Atlético Goianiense, na 10ª rodada.
O discurso nos microfones para a dificuldade dos resultados era de que o time precisava evoluir tijolo a tijolo.
Mais duas derrotas seguidas pela Série A e o técnico Gallo passou a ter que responder sobre se continuava ou não no comando do Avaí. O discurso àquela altura já era de decisão a cada partida, de reação a partir do próximo jogo. O Leão da Ilha iria para a 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Duas vitórias seguidas contra Corinthians e Ceará foram abafadas pelas derrotas diante do São Paulo por 2 a 1 e a humilhante derrota por 5 a 0 contra o Cruzeiro. Mais um resultado negativo, 2 a 0 para o Vasco, e o técnico Gallo perdeu o emprego.
Novamente, Edson Neguinho assumiu o time. Na primeira oportunidade, aproveitou os microfones para responder ao técnico antecessor que criticava a qualidade técnica dos jogadores disponíveis no elenco. Para Neguinho, o elenco azurra era bom o suficiente para reagir no campeonato.
Depois do 0 a 0 contra o Coritiba na Ressacada. Toninho Cecílio foi anunciado como treinador. Logo nos primeiros treinos, o clima havia mudado na Ressacada.
Em seguida, dois jogos e duas vitórias, uma no Clássico e outra contra o Flamengo. A situação parecia começar a mudar.
Mas foi só o novo técnico descer do camarote e comandar o time da beira do gramado para as derrotas voltarem a acontecer. Desde então, sete jogos e nenhuma vitória azurra.
E assim como o time permanece na zona de rebaixamento desde o início do Campeonato Brasileiro 2011, o discurso de que o próximo jogo é uma decisão continua.
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E a próxima decisão para o Avaí é contra o Atlético Paranaense, domingo, às 18h, na Ressacada.
Enquanto a torcida avaiana que promete o Treino dos Mil não merece essa sina, o time avaiano não merece a torcida que tem. Talvez alguns jogadores mereçam, mas esse time aí não. O conjunto é de segunda divisão.
Que a torcida vença!
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Eu sou Filipe Calmon e sigo acreditando numa virada histórica do Avaí, mas queria (Ah! Como queria!) que os discurso na mídia fosse sincero e honesto, sem chavões e patriotismo dunguistas.
ASSUMAM OS ERROS! – nessas horas eu queria ser japonês para ver os dirigentes de joelhos, abaixando as cabeças e pedindo desculpas, com vergonha do que fazem…
Mas sou Brasileiro!
Viva a torcida e o Futebol!
Ópio.
Ópio Azul.
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Qualquer coisa: tuita lá: @FilipeINfo
Só tem esse, pode ser? - Por Carmen Fuhrmann.
O distante limiar entre a babaquice e a falta do que falar.
A inversão do fluxo.
Sulamericana, Neguinho y otras cositas
Nesse sentido, uma "fuga" ainda que temporária dessa tormenta pode trazer de volta a tranquilidade que tínhamos. Vai que o time, longe da pressão tupiniquim, faz uma grande partida em Guayaquil e volta com a moral elevada e pronto para enfrentar nosso maior desafio nos últimos anos.
Ainda que tenhamos que levar em conta o desgaste da viagem, enquanto nosso próximo adversário terá uma semana de descanso, penso que chegou a hora da volta por cima. Lembram de 2010, quando temíamos a maratona de jogos às quartas e domingos e foi justamente nesse período que conseguimos uma sequência fantástica de resultados? Quem sabe essa hora não está chegando novamente?
NEGUINHO e BENAZZI
Também ao contrário do que entendem os "especialistas", penso que agora não deveríamos mais mudar de treinador. O erro já foi cometido, era pra ter contratado um profissional do ramo assim que saiu Antônio Lopes. Agora, é tarde demais. Faltando apenas 10 rodadas para acabar o campeonato, não dá mais tempo para um novo técnico assumir, conhecer o grupo, implantar seu método e ainda conseguir os resultados que precisamos. Ruim com Neguinho, pior sem ele.
Agora há pouco, chega a notícia que Benazzi é o novo técnico avaiano. Se confirmada, só me dá a certeza que estamos seguindo à risca a cartilha do rebaixamento. Deus nos ajude, porque a Diretoria já abandonou o barco...
RODRIGO THIESEN
Me desculpem os fãs do jogador, mas pra mim ele é, no máximo, um reserva razoável para um time da Série B, nunca titular de um clube que disputa a principal divisão do Campeonato Brasileiro. Podem analisar as partidas dele: marca mal, geralmente uma marcação estilo "jacaré" (só com os olhinhos), nunca cria nem arrisca nada e se limita a dar toquinhos pro lado ou pra trás. Assim como eu já falava do Medina, que muitos achavam o "craque" que iria salvar o Avaí, esse Thiesen deve ter o empresário muito forte. No meu time, ele não joga.
ÉMERSON, o NUNES
Sinceramente, um técnico que deixa o zagueiro no banco enquanto insiste com o bonde do Gabriel não pode conhecer de futebol. Independente de termos mudado o esquema de jogo hoje, é nítida a maior categoria, experiência e vontade do Émerson Nunes. Ainda dá tempo de mudar, abre o olho Avaí!
ÉMERSON, o BUCK
Tá fazendo falta, o moço. Quando empatou o jogo de hoje e todo mundo esperava que o time fosse pro sufoco até o final, eis que surge a gravata vermelha que fez com que, mesmo com um a menos, o Flamengo conseguisse "amorcegar" o jogo até o final. Tinha gente pedindo pelo amor de Deus para o jogo acabar.
ÉMERSON, o "ÉMERSHOW"
Dá gosto de vê-lo jogar. A garra, disposição e aproveitamento na bola aérea são invejáveis. Do grupo atual, talvez um dos únicos que consigam sair ileso de uma possível catástrofe ao final do ano, ao lado de Marcinho Guerreiro e Roberto.
A BOA e VELHA CAMISA 12
O jogo de hoje contra o Flamengo foi mais uma prova da velha constatação: basta o time jogar um pouco, um pouquinho só, que a torcida vem junto. Depois de um primeiro tempo abaixo do sofrível, foi só botar um pouquinho de vontade que a Ressacada voltou a ser o bom e velho caldeirão.
DM, a ESTRELA MAIOR
O centro das atenções azuis continua sendo seu Departamento Médico, onde seus titulares são as estrelas da hora. Com quase um time inteiro fora de combate, as preces continuam sendo feitas para que tenhamos pelo menos um ou dois de volta no próximo jogo, ainda que Roberto tenha novamente saído lesionado hoje à tarde.
Leão engole Peixe - Por Lucas Dantas*, blog do Lédio Carmona
Há pouco menos de uma semana, o ambiente no vestiário do Avaí não era o dos melhores. O clima, ainda tenso devido à goleada sofrida diante do Guarani, foi interrompido pelas palavras de Antônio Lopes que, irrevogável, deu uma bronca nos jogadores. Entre os diversos assuntos tratados no sermão, contam, estavam a maneira descompromissada com que a equipe jogou durante a partida e a necessidade de uma mudança de atitude, sob pena de inutilizar todo o esforço que resultou na ótima reação do Leão no período pós-Copa. E foi exatamente o que aconteceu. Já pela Sul-Americana, o Avaí entrou em campo sendo exatamente a antítese do time da semana passada, enfrentou o melhor time do Brasil de igual para igual e saiu do Pacaembu com uma vitória para lá de expressiva: 3 a 1. Confirmou, sobretudo, que é um time muitíssimo bem treinado por Antônio Lopes e que possui jogadores rápidos, de qualidade e, geralmente, decisivos.
O Santos, como alguns se aventuraram a afirmar, não entrou desprezando a ‘Copa’. Impossível desprezar o único título que lhe falta entre todos os campeonatos existentes. Não foi essa, a postura demonstrada por quem esteve em campo. E qualquer coisa que fuja disso é desculpa de mau perdedor. Não houve, durante todo o jogo, um único momento que pudesse servir de ‘prova’ contra os jogadores santistas. Pelo contrário. Houve até momentos muito brilhantes, geralmente protagonizados por Paulo Henrique Ganso.
No entanto, apesar de não ter sido superior, o Avaí conseguiu ser infinitamente mais eficiente.
Durante os 90 minutos em que a bola rolou passando rapidamente de uma defesa a outra, o jogo teve sempre mais a cara dos catarinenses. Por 90 minutos, o Pacaembu, que já não é a casa do Santos, foi alugado pelo Avaí. Que já tem casa. E lá espera o Santos para a segunda rodada. Na Ressacada. Onde as cobranças não vêm só do vestiário, mas também das arquibancadas. E costumam ser ainda mais eficientes.
A falácia dos ingressos caros
Por que não Paraíba?
Embora o discurso da cúpula comandante avaiana seja no sentido de que o elenco do clube está completo, revelando ser improvável qualquer nova adição ao corrente plantel, qualquer observador que tenha assistido às últimas empreitadas do Leão é capaz de perceber que a contratação de uma ou duas peças seria de grande valia para o time do sul da Ilha.Afinal, num meio-campo em losango, com três homens incumbidos de empregar marcação, como é o atual Avaí, além de uma boa quadrilha de bons titulares, demonstra-se igualmente necessário um bom banco de reservas. Ademais, sabe-se que alguns dos atuais titulares (leia-se Rudnei e Caio) tendem a apresentar desempenhos irregulares, o que agrava a necessidade de se reforçar o plantel.
Hoje, surge a notícia de que o São Paulo almeja emprestar o jogador Carlinhos Paraíba, que, contratado junto ao Coritiba, não vingou no tricolor paulista. O potencial destino do canhoto de 27 anos, como explica o globoesporte.com, é o Atlético Goianiense, lanterna do Brasileirão.
O jogador em questão, que já impressionara a torcida avaiana no ano de 2007, quando, jogando pelo Santa Cruz, apresentou-se muito bem nos gramados da Ressacada (fora apelidado de Marta, inclusive, em decorrência de sua cabeleira), cairia como uma luva às necessidades atuais do elenco: seja como terceiro homem de meio-campo ou como meia-atacante, o ágil Paraíba contribuiria e muito.
Carlinhos Paraíba esteve impedido de atuar regularmente pelo São Paulo devido às lesões que apresentou nos últimos tempos. Graças a esses problemas, também deixou de assinar contrato com o Goiás, equipe interessada em seus serviços.
Não seria o caso de o Avaí intentar a contratação do meia-cancha em tela? Caso se verifique sua aptidão física, não seria ele o homem perfeito para comandar o meio-campo avaiano?
O que significa a contratação de Lopes?
O que pode significar a contratação de um técnico como Antônio Lopes? A primeira vista, pode-se deduzir que algo deu errado no dito planejamento avaiano. O marido de Dona Elza foge totalmente ao perfil de treinador em que o Avaí está habituado a investir e foge ao perfil procurado pela diretoria após a saída de Silas, no ano passado.Dois estupros, uma via de escape
Na semana que passou duas notícias se espalharam como pólvora nas redes sociais : 1) o caso de estupro de uma menor de idade por três adolescentes, um deles filho de gente importante da mídia gaúcha no Estado; 2) o vídeo-confissão de Valdir Lodetti, vice-presidente da FCF que admite a farsa dos sorteios de árbitros no futebol catarinense.O que os dois casos têm em comum? A denúncia se disseminou pelos porões da internet, o primeiro por e-mails anônimos, orkut, blogs, etc; e, o segundo, pelo Youtube e por blogs esportivos (vi pela primeira vez no blog de Rodrigo Santos).
Da confissão de Lodetti, capaz de derrubar a Diretoria caso se respeitasse o Estatuto do Torcedor, nenhuma linha, seja nos veículos da RBS ou da Record, TVBV, SBT e demais mídias. Nenhuma linha nos sites esportivos de maior alcance, nenhuma linha nos sites dos times (supostamente os maiores lesados, além de nós, torcedores), nenhuma linha da Associação de Clubes (atualmente presidida por Zunino).
Esta semana o jornalista César Valente escreveu um belo texto que fala sobre o papel das redes alternativas de informação em seu blog, De Olho na Capital, onde fala tudo o que eu gostaria de dizer aqui, só que com muito mais propriedade.
Como bem percebeu César Valente, os casos ajudam a consolidar a impressão de que não se consegue mais manter em segredo, por muito tempo, fatos relevantes. E que se a mídia não faz o seu serviço, as redes sociais aparecem como uma espécie de Charles Bronson a executar criminosos de madrugada na velha Nova York.
Como diria o amigo Marcelo Herondino, queria tanto meu futebol inocente de volta...
Copa da Hora: Agora não quero.
Caso Frédson: Não entendi Moisés Cândido
Competente, experiente, lúcido, Moisés Cândido dispensa apresentações e comentários, muito menos questionamentos sobre a qualidade de seu trabalho. No entanto, alguém pode me explicar a declaração do dirigente avaiano após a partida contra o Fluminense sobre a situação do volante Frédson?Jogo Limpo: por um futuro mais equilibrado

O 'jogo limpo' estipula que, para participar das competições europeias de futebol, os clubes não poderão gastar mais dinheiro do que arrecadam, para evitar a chamada "vitória dos gastos", quando os clubes se endividam para formar grandes equipes.
O ato falho de Fábio Koff
Notícia do Esporte Band: após ser reeleito presidente do Clube dos 13, Fábio Koff afirmou que é a favor da entrada de mais 20 times no Clube dos 13, elevando o número de agremiações para 40.Conselheiro porque paga mais.
Missão que inclui dar o parecer sobre as contas do ano que passou e também avaliar as medidas para as contas do ano em vigência fechem. Logo, não tenha dúvidas: os novos planos de associação, junto com seus preços absurdos, passaram pela aprovação Conselho.Portanto o Conselho Deliberativo não poderia ser feito por qualquer pessoa com condições de pagar 230 reais mensalmente ao Clube.
Assim, os integrantes do Conselho deveriam ser eleitos pelos sócios.
Efeito borboleta
"Efeito Borboleta" é um termo que tem relação com a Teoria do Caos. Segundo a Wikipédia, uma alegoria comum para essa teoria é: "o bater das asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo". Em outras palavras, um acontecimento aparentemente insignificante pode ter consequências imprevistas. Há inclusive um ou dois filmes sobre o assunto.

