Nessa semana, surgiu a notícia de que Léo Gago, o mágico disfêmico do meio-campo avaiano de 2009, interessa às equipes do Dínamo de Kiev, da Ucrânia, e do Bologna, da Itália.A fonte é a entrevista do empresário Franck Assunção ao sítio eletrônico italiano TuttoMercato.
O que o Avaí tem com isso? Ora, amigos, uma eventual venda de Gago, que está no Vasco, pode trazer uma gorda quantia de euros para os cofres avaianos. Afinal, o clube cruzmaltino adquiriu apenas 50% dos direitos federativos do atleta, que, por sua vez, ainda pertence, em parte, ao Avaí Futebol Clube.
E o alegado interesse de Dínamo e Bologna virou notícia não só no País da bota: na Ucrânia, fala-se do interesse da equipe áureo-cerúlea, a maior do país, em "Лео Гаго" (Léo Gago, no alfabeto cirílico), como se pode verificar no site Dynamomania.
A maioria dos adeptos do clube do leste europeu que comentaram a matéria em r
elevo, no entanto, não acredita na contratação do volante, imaginando ser apenas um blefe do empresário, em busca de visibilidade (tradução feita através do Google, pois meu ucraniano não anda afiado).Caso o interesse dos clubes europeus seja verdadeiro e acarrete uma transferência de Léo Gago para o Velho Continente, boas cifras, portanto, devem pintar no Carianos. Só pra dar uma noção do poderio econômico dos clubes em comento, vale dizer que o abonado Dínamo gastou, até agora, a bagatela de 17.800.000 de euros na contratação de quatro jogadores essa temporada.
(Foto de Léo Gago retirada de Infoesporte.com.br)Torçamos, então, pra que o Dínamo leve o glorioso "Лео Гаго" pra consertar sua meia-cancha, mas, de preferência, por alguns milhonx de euros.


7 comentários:
Educa,
Não tem como ler essa matéria e não pensar automaticamente na negociação do Riva. Pensando assim, ponto para a diretoria.
Outro detalhe que é impossível deixar de pensar nesses dois casos é, afinal, qual o quinhão que nos cabe destes 50% por cento. Sabemos que uma boa parte deve ser da LA, mas quanto?
se bem que com a saida do Rivaldo, bem que o Leo Gago poderia se transferir de volta pra Ressacada hehehe esse joga no meu time
Educa,
fico de cara com os lugares onde foste buscar as informações. Cada vez mais me surpreendo contigo.
Fernando: aí é que reside a grande questão. Não faço ideia de qual o tamanho da parte que cabe ao Avaí. Falta transparência.
A potencial transação de Rivaldo segue o mesmo modelo. Vender metade por uma quantia e possibilitar uma maior vitrine ao atleta, objetivando uma transação posterior de maior vulto.
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Felipe: eu gostaria muito. Gago foi o melhor segundo-volante que já vi jogar por aqui. Mas com nosso grande Dínamo, fica difícil competir haha
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Rafael: espero ter surpreendido positivamente! hahaha com esses instrumentos hoje disponíveis, qualquer investigação fica facilitada. Não são grandes os meus méritos, mas sim os deméritos da imprensa, que, paga pra isso, não se digna nem a usar um Google...
Eduardo, e no caso de jogadores que passaram pela categoria de base de mais de um time, qual deles tem o direito? O primeiro ou o último time?
Felipe, todos têm direito, a porcentagem varia conforme o tempo que ele passou em cada clube.
Quanto ao Léo, acho que pra carreira dele é muito melhor jogar o campeonato italiano (mesmo num time pequeno) do que o ucraniano (mesmo num time grande). Coisa de vitrine, saca?
Valeu, Harry. E se a negociação do atleta for para times do mesmo país (por exemplo, sair do barcelona para o real madrid!) dai o clube formador não tem direito algum, correto?
Por falar nisso, amanha tem o por onde anda do Gilherme Siqueira, categorias de base do avai e figueirense, hoje no futebol italiano.
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